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Mudança de temperatura aumenta vulnerabilidade das pessoas às infecções respiratórias

Por ORM
Publicado em 11 de março de 2020 às 05:37H

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Segundo a infectologista Helena Brígido, vice-presidente da Sociedade Paraense de Infectologia (SPI), com a chegada do chamado “inverno amazônico” ou período das chuvas na região e também no Pará, há mudança de temperatura. Com isso, aumentam as chances de vulnerabilidade das pessoas às infecções respiratórias.

“Estamos atendendo muitas pessoas com quadro viral respiratório, como gripes e resfriados. O covid-19 pode chegar em qualquer estado brasileiro, diante da disseminação do vírus em vários países, principalmente a Europa, onde há um turismo muito grande via aérea ou marinha. Não temos nenhum caso confirmado de coronavírus, até a presente data, mas temos que ficar alerta com a presença de outros vírus respiratórios”, afirmou a médica.

O resfriado é mais localizado nas vias aéreas superiores: nariz, ouvido e garganta. A pessoa fica com rouquidão, espirra, tem coriza, dor no ouvido, febre não acentuada e pode ficar na cama.

Já a gripe, além dessas manifestações, a pessoa sente dor no corpo todo, cansaço fácil, náuseas, diarreia, tudo causado pela infecção viral chamada gripe, causada pela Influenza, levando às epidemias. “O fato de uma pessoa ter gripes e resfriados aumenta a vulnerabilidade de adquirir qualquer outro vírus respiratório, incluindo as complicações que são bronquite e pneumonia, seja outras virais ou bacterianas”, afirmou a infectologista.

Ela orienta que para a proteção é muito importante fazer a etiqueta respiratória. E algumas medidas são muito úteis para prevenir o contágio, como lavar frequentemente as mãos com água e sabão, por 20 segundos, ou usar álcool em gel a 70%; cobrir nariz e boca com o braço ou com lenço descartável ao espirrar ou tossir; evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; manter os ambientes bem ventilados e não compartilhar objetos pessoais, como talheres, toalhas, pratos e copos.

E também fazer a vacinação contra a gripe, o que “não protege contra o novo coronavírus (Síndrome Respiratória Aguda Grave – Sars-Cov-2), mas evita que a pessoa tenha esses quadros respiratórios virais”, esclarece Brígido.

Atendimento médico

Além disso, quando houver sintomas respiratórios mais febre e viagem para algum dos locais que estão na lista de monitoramento do Ministério da Saúde para caso suspeito, a pessoa deve procurar atendimento em qualquer Unidade Básica de Saúde.

Se o caso for de suspeita para Covid-19, a pessoa deve ser encaminhada para um dos 11 hospitais de referência no Estado para a assistência aos casos graves da doença.

Segundo a Sespa, eles estão preparados para atender casos graves de coronavírus, “porque todos dispõem de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que inclui respiradores, uma vez que casos graves são caracterizados por Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), e equipe de intensivistas.

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