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O que você precisa saber para aproveitar a Black Friday e evitar fraudes

Por Veja
Publicado em 12 de novembro de 2018 às 12:29H

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Na modalidade, consumidor pode anular compra se produto não chegar; confira outras dicas.

Monitorar o preço dos produtos é a principal dica para quem vai comprar na Black Friday deste ano. A data de promoções deve movimentar 2,43 bilhões de reais, de acordo com o levantamento da Ebit/Nielsen. O valor é 15% acima do registrado em 2017.

“Faça uma listinha de compras e anote os preços. Na data, você vai saber se o desconto é vantajoso”, recomendou Ricardo Bove, diretor do site Black Friday, que idealizou o evento no Brasil. “Se esperar para pesquisar na hora, pode voltar e não encontrar mais o item”.

A recomendação é consenso entre os especialistas, mas há divergência sobre o período para o acompanhamento de preços. Enquanto uns dizem que trinta dias são o suficiente, outros sugerem que o ideal são três meses.

A pesquisa de preços exige tempo, mas há ferramentas disponíveis para delegar a tarefa. O Buscapé, por exemplo, disponibiliza o histórico de preços de milhares de produtos. O consumidor ainda pode se cadastrar no site para receber ofertas e ativar o Alerta de Preço – a pessoa indica o valor que quer desembolsar em um item e recebe uma notificação se o preço diminuir.

Com uma extensão de navegador do site Black Friday de Verdade, o consumidor também consegue acompanhar a evolução de preço em mais de trinta lojas. O recurso também realiza a comparação de valores em tempo real.

É possível fazer o download da extensão no site da empresa. A Black Friday de Verdade vai disponibilizar um ranking das melhores promoções no dia 23 de novembro, quando acontece o evento.

As medidas evitam que o consumidor caia em promoções falsas. A maquiagem de preços foi a principal queixa durante a Black Friday de 2017, segundo o Procon-SP.

Foram 2.091 queixas registradas pelo órgão de defesa do consumidor no ano passado. O número representa queda de 21% em relação a 2016, quando o Procon-SP recebeu 2.654 reclamações.

Na data, os produtos mais procurados pelos consumidores são aqueles com preço elevado. Em 2018, destacam-se os celulares, eletrodomésticos e TVs, segundo pesquisa do Mercado Livre. A maioria dos brasileiros comprará produtos no meio online. Segundo Bove, 80% das compras da Black Friday são realizadas pela internet.

Por isso, é necessário atenção para não ser enganado – nesta época, é comum que cibercriminosos criem sites falsos que imitam grandes varejistas. “O consumidor deve procurar pelo cadeado de segurança na URL do site e o ‘https’ [camada adicional de segurança utilizada na internet]”, afirmou Bove. “Outra dica importante é concentrar as compras no cartão de crédito: assim é possível anular a compra se não receber o produto”.

Ele conta que 38% das compras da Black Friday não são realizadas na sexta-feira, mas sim na quinta-feira e no fim de semana. No Brasil é comum que as empresas façam promoções durante todo o mês de novembro, e não só em um dia específico.

Durante a Black Friday, também é comum que consumidores reclamem da indisponibilidade de produtos ou serviços oferecidos, da mudança de preço ao finalizar a transação e do cancelamento da compra pela empresa após a venda. As informações são do Procon-SP.

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