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Obesidade infantil coloca pais em alerta: conheça os principais vilões e saiba como evitar

Por Dol
Publicado em 31 de agosto de 2018 às 14:29H

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A obesidade infantil é um dos problemas de saúde pública mais graves do século XXI. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a expectativa é de que há 75 milhões de crianças obesas e com sobrepeso no mundo até 2025.

A obesidade infantil é definida pela OMS como um acúmulo anormal ou excessivo de gordura corporal, que pode causar prejuízos e afetar negativamente à saúde ou bem estar de uma criança, além de ser apontada como um gatilho para o desencadeamento de doenças como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, dentre outras.

A taxa de obesidade vem crescendo a cada dia em decorrência do resultado da má alimentação e da falta de exercícios físicos. Para a nutricionista e mestre em ensino em saúde, Michele Melo, é fundamental que pais e responsáveis ajudem as crianças a evitar esse mal.

“É importante que os pais tenham o hábito de levar seus filhos ao médico e ao nutricionista para verificar o estado de saúde e assim acompanhar o crescimento. Atualmente, nós nutricionistas fazemos uma avaliação nutricional de acordo com as curvas de crescimento do Ministério da Saúde, para acompanhar o ganho de peso e estatura da criança e verificar se este ganho está ocorrendo de forma saudável e esperada para a faixa etária da criança. Além de realizarmos uma anamnese bem detalhada sobre os hábitos alimentares da família, em especial da criança. Este acompanhamento é importante, pois as crianças passam por rápidas alterações corporais decorrentes do seu crescimento, por isso é importante ficar atento e monitorar seu crescimento”, destaca.

AUMENTO DE CRIANÇAS OBESAS

No Brasil, a estimativa do Ministério da Saúde é de que 33% das crianças entre 5 a 9 anos estejam acima do peso. De acordo com a nutricionista, a obesidade traz complicações sérias como hipertensão, colesterol alto, diabete, alergias, problemas articulares, alterações respiratórias, alterações estéticas e ainda ocasionar traumas psicológicos por apelidos, problemas de autoestima e transtornos alimentares, como anorexia e bulimia.

“A maior preocupação do crescimento da população infantil obesa é o aumento das comorbidades (existência de duas ou mais doenças) e problemas de saúde na vida adulta, que pode afetar a qualidade de vida e outros danos, principalmente no âmbito psicológico e social, como por exemplo, o comprometimento da autoestima, problemas de relacionamento e dificuldade de inclusão social”, explica.

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