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Transmissão comunitária corresponde a mais de 80% dos casos no Pará

Por ORM
Publicado em 28 de abril de 2020 às 22:14H

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Belém é a cidade com mais casos de covi-19 no Pará (Akira Onuma / O Liberal)

Por meio do sistema de telemedicina, já é possível traçar o perfil dos pacientes que contraíram a covid-19 no Pará. De todos os pacientes contactados, 86,54% foram por meio de transmissão comunitária, quando não pode mais precisar de onde vieram. Os 13,46% foram casos importados, ou seja, contraídos através do contato com pessoas que vieram de outras cidades ou outros países.

O sistema de telemedicina começou a ser utilizado no Pará no dia 16 de abril para acompanhar os pacientes que foram positivados pela covid-19 e tem sido fundamental para tratá-los.

Na telemedicina, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Pará (Prodepa) possibilitam que as equipes de saúde do Hospital Albert Eistein (HAB), em São Paulo, conversem com paraenses que foram diagnosticados com o vírus. O objetivo é levantar informações sobre os casos da doença e monitorar informações. Até o momento, mais de 100 ligações foram realizadas entre médicos e pacientes.

Além dos casos da transmissão, os dados mostram ainda que os sintomas mais frequentes por pacientes com covid-19 e sintomáticos são náusea, febre, dispneia e coriza. Esses quatro sintomas são os mais frequentes em pacientes que possuem outras doenças, como diabetes, cardiopatias, pessoas imunodeficientes, entre outras.

As pessoas com a covid-19 ainda apresentam dores musculares, calafrio, diarreia, fraqueza muscular e a alteração em exames de raio-x no tórax.

Entre os dias 16 e 21 de abril, mais de 100 pacientes foram contactados pelo serviço de telemedicina, a maioria da capital paraense, onde são maiores os números de casos da covid-19.

Foram acompanhados 78 pacientes de Belém nesse período, além de positivados das cidades de Ananindeua, Barcarena, Bragança, Castanhal, Marituba, Nova Ipixuna, Parauapebas, Quatipuru, Santarém e Tucuruí.

Na telemedicina, os profissionais de saúde entram em contato telefônico com os pacientes do Pará e realizam uma consulta para melhor entender o quadro de saúde. Posteriormente, os dados são repassados para uma base na qual é possível compreender dados específicos de cada pessoa. Por isso é importante deixar um contato telefônico nas fichas de notificação da covid-19.

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