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Sespa confirma 28 mortes por covid-19 no primeiro dia do lockdown

Por ORM
Publicado em 07 de maio de 2020 às 13:35H

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Novo boletim reforça que a crise provocada pela pandemia de covid-19 ainda é grave, justificando medidas como o lockdown (Fábio Costa / O Liberal) M

Mais 28 pessoas morreram por covid-19, a grave doença respiratória causada pelo coronavírus sars-cov-2. Os novos registros foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), nesta quinta-feira (7). Com os novos casos, agora o Pará tem um total de 438 óbitos.

Do total, 16 casos foram em Belém. Houve ainda quatro casos em Breves, um dos municípios alvos do lockdown — fecuamento de todas as atividades comerciais não essenciais à vida, saúde e segurança da população, a mais extrema medida de contenção da doença —, onde morreu uma mulher de 102 anos.

Também em lockdown, houve mortes registradas nos municípios de Castanhal (três casos), Santa Izabel do Pará (um caso) e Vigia (um caso).

Confira o mapa de casos, publicados pela Sespa. 

Ainda no boletim desta tarde, a Sespa confirmou 185 casos, chegando ao total de 5.709. Veja o mapa de onde há novos diagnósticos confirmados da doença. Restam 372 amostras em análise.

Cada morte divulgada, antes, é analisada e testada pelo órgão estadual. Mesmo assim, há uma constante negação da gravidade da covid-19. Levando em conta que vários estudos, de diferentes instituições, apontam que possa haver um elevado índice de subnotificação. Isso já causou confusões e até casos de agressão, no país, contra médicos que colocam, como possível causa do óbito, a doença do coronavírus.

Profissionais de saúde — médicos, enfermeiros, maqueiros e demais trabalhadores ligados ao atendimento da linha de frente —, de todo o Brasil, estão se desdobrando e estão sobrecarregados. Muitos adoecendo na missão de cuidar dos doentes com covid-19. Porém, esse trabalho já resultou em vários pacientes recuperados. No boletim do início da tarde desta quinat-feira, 3.174 pessoas (193 novas altas hospitalares) já estavam recuperadas e sem sintomas da doença. O índice de recuperação é superior a 55% e vem se mantendo.

Por conta do colapso no Sistema Único de Saúde (SUS) — que há tempos não era tão referenciado e evidenciado, ainda que historicamente sofresse com a falta de investimentos mais contundentes e sempre tenha operado no limite da capacidade — e da rede privada — que também está devolvendo clientes para o SUS —, os órgãos de saúde municipais, estaduais e o Ministério da Saúde voltam a pedir que a população seja consciente e, se puder, fique em casa o máximo possível.

É óbvio que nem todo mundo poderá ficar em casa, pois alguns serviços são essenciais e alguns compromissos ainda exigem presença. O importante é cada um cumprir sua parte em evitar que o vírus circule e se expor a riscos sem necessidade.

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