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Após explodirem muro, trinta detentos fogem de presídio em São Luís

Por Noticias ao minuto
Publicado em 22 de maio de 2017 às 11:26H

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De acordo com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), apenas seis detentos foram recapturados.

Uma fuga em massa foi registrada na Unidade Prisional de Ressocialização de São Luis (UPLS 6), na noite desse domingo (21). Trinta presos conseguiram escapar após explosão de um muro do Centro de Detenção Provisória (CDP). De acordo com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), apenas seis detentos foram recapturados.

A pasta emitiu uma nota informando sobre a fuga, além da morte de dois internos na confusão, que aconteceu por volta das 21h. “Seis detentos foram recapturados, 24 permanecem foragidos e dois internos morreram, após imediata resposta do Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop), que controlou a situação no local”, diz o texto, enviado ao G1.

Leia a nota na íntegra:

“A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que na noite deste domingo (21) houve uma fuga da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 6 (UPSL 6), antigo CDP. Seis detentos foram recapturados, 24 permanecem foragidos e dois internos morreram, após imediata resposta do Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop), que controlou a situação no local. A fuga se deu depois que parte do muro da unidade prisional foi explodido pelo lado de fora, por pessoas ainda não identificadas, e detentos de duas celas do Pavilhão Gama, que serraram as grades e conseguiram passar pelo buraco causado pela explosão. Após troca de tiros entre bandidos e agentes penitenciários do Geop de plantão, dois internos vieram a óbito, um no local e outro no hospital. Policiais civis e militares também foram acionados, e seguem no encalço dos evadidos. A gestão prisional ressalta que, por estar separada do Complexo Penitenciário de São Luís, a UPSL 6 é a única unidade prisional masculina que ainda não dispõe de Portaria Unificada e inspeção por BodyScan, a exemplo das demais que compõe o complexo carcerário. O caso é investigado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO) da Superintendência de Estado de Investigações Criminais (Seic), que terá 30 dias para a conclusão do inquérito policial. Nos últimos dois anos, o Governo do Estado investiu forte na segurança e na revitalização do complexo, e conseguiu zerar o número de homicídios intramuros, tirando o Maranhão do topo para último no ranking que mede a taxa de violência nos presídios do país”.

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