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Comitiva do sudeste paraense e bancada federal exigem continuidade de asfaltamento para desbloqueio da BR-230

Por Assessoria de Comunicação - Senador Paulo Rocha (PT-PA)
Publicado em 16 de outubro de 2015 às 14:24H

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A bancada federal do Pará, coordenada pelo senador Paulo Rocha (PT) e deputado Lúcio Vale (PR), juntamente com os parlamentares; Beto Salame (Pros), Zé Geraldo (PT), Hélio Leite (DEM), deputados estaduais, prefeitos,  vereadores  e movimentos sociais estiveram com representante da Casa Civil no Palácio do Planalto, com diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura – Denit, Valter Casimiro Silveira e o secretário do Programa de Aceleração do Crescimento, Maurício Muniz Barretto  de Carvalho, para pactuar uma saída a interdição da rodovia transamazônica, entre Marabá e Novo Repartimento, no sudeste paraense.

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Bancada em Reunião do DENIT

Os movimentos sociais e comerciantes da área, afirmam que só vão liberar a passagem de veículos quando receberem algum posicionamento dos órgãos ambientais do governo federal a respeito da continuação do asfaltamento da BR 230. Eles também querem que seja iniciado o asfaltamento da rodovia BR-422, entre Novo Repartimento e Tucuruí.

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Divulgação Senado Federal

O senador Paulo Rocha, afirmou que ele persegue o sonho o presidente Lula, que era ter terminado, ainda no seu governo, a conclusão das obras da rodovia transamazônicas.  “Como vejo que a situação é uma questão de governo, vou perseguir nessa caminhada até a que tudo seja resolvido, por isto já marquei uma conversa com o Ministro Jaques Wagner para que ele sinta as amarguras que o povo vive, na maior área de desenvolvimento do Brasil” desabafou o senador.

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Divulgação Senado Federal

Reivindicações –  segundo o deputado Beto Salame, as principais reclamações da população, tem uma parte da estrada onde está sendo feito o trabalho, que vai de Marabá até Cajazeira do Norte, em Itupiranga, uns 70 quilômetros no total. A empresa que está fazendo o serviço já chegou até uns quatro quilômetros depois de Cajazeira, mas informou que não deve seguir por falta de licenças ambientais.

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Divulgação Senado Federal

Ainda segundo a comitiva, de Cajazeiras até Novo Repartimento, são mais 114 km que ainda não foram asfaltados, um dos motivos da manifestação. “’Já passou da hora de resolverem esse problema da Transamazônica. Quando é inverno é só lama e quando é verão, essa poeira que ninguém aguenta”, explicou a deputado estadual Eliane Lima.

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Divulgação Senado Federal

Além do asfalto, os representantes dos movimentos de apoio as manifestações também reivindicam a reforma das pontes que ficam no trecho entre Novo Repartimento e Pacajá. Apesar desse trecho da estrada ser todo asfaltado, as pontes estão em condições precárias, algumas ainda são improvidas com troncos de madeira.

 Outro trecho que também reivindicam o asfaltamento é o da BR-422, que liga Novo Repartimento a Tucuruí, mais cerca de 60 quilômetros. Nesse trecho não há nenhuma obra de asfaltamento.

O deputado Hélio Leite, disse que a obrigação da bancada é destravar os gargalos que estão impedindo a continuidade dessas obras. “ À população quer uma resposta de órgãos ambientais como Ibama, Ministério do Meio Ambiente e DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) sobre a continuação das obras na região.

Ainda será motivo de negociações as reformas das pontes que ficam no trecho entre Novo Repartimento e Pacajá. Apesar desse trecho da estrada ser todo asfaltado, as pontes estão em condições de precariedade, algumas ainda são improvidas com troncos de madeira. A ponte sob o Rio Aratau, em Pacajá, que desabou em agosto de 2014, ainda não foi reconstruída.

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