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Em meio a demissões, escolas de samba lutam pelo Carnaval: “Grito de liberdade”

Por Metropoles
Publicado em 01 de fevereiro de 2021 às 00:18H

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Alegrias, sorrisos, abraços, beijos, músicas, danças, festas e aglomerações. Assim se define o Carnaval brasileiro, festa anual que reúne pessoas de todo o mundo para ouvir o samba-enredo e assistir aos desfiles multicoloridos nas avenidas espalhadas pelo país. As festividades deste ano, porém, tornaram-se mais uma incerteza devido à pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Com a impossibilidade de reunir equipes para iniciar os trabalhos, que levam meses a fio, escolas de samba passam por calvários para manter seus funcionários e enfrentar a crise econômica que assola o Brasil.

Com atividades suspensas desde março, o Carnaval deste ano, tipicamente marcado para fevereiro, foi adiado para o mês de julho. Mesmo com a chegada da vacina, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM), suspendeu as festividades carnavalescas de 2021 na cidade, causando paralisação das confecções e demissões em massa dos empregados. Até mesmo a Beija-Flor de Nilópolis e a Grande Rio — duas das mais ricas agremiações do Rio — demitiram a sua equipe na tarde da última quinta-feira (21/1).

Com a decisão de Paes e o fato de o Carnaval carioca ser o epicentro das festividades, por causa do turismo e das competições na Marquês de Sapucaí, o clima de incerteza tomou conta de escolas de samba por todo o país. Em São Paulo, presidentes de agremiações ponderam formas de continuar com seus trabalhos para um possível desfile em julho. Já em Brasília, escolas reclamam da falta de atenção do governo e pedem por ajuda. Por fim, no Rio de Janeiro, o clima é de concordância: tristeza.

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