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Goleiro Bruno se entrega à Justiça. Veja o vídeo:

Por R7
Publicado em 27 de abril de 2017 às 15:50H

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O goleiro Bruno Fernandes se apresentou, no início da tarde desta quinta-feira (27), na Delegacia Regional da Polícia Civil de Varginha (MG), no sul de Minas Gerais. Assim, ele volta a ser preso após dois meses em liberadade. De acordo com a polícia, nesta tarde, o jogador passa por exames de corpo de delito, na própria unidade. Em seguida ele será encaminhado ao presídio da cidade. Fernandes estava solto graças a um habeas corpus concedido a ele, em fevereiro. Porém, o documento foi anulado, nesta terça-feira (25), pelos ministros da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal).

No final da tarde dessa terça-feira , o atleta chegou a comparecer em uma delegacia local, porém o mandado de prisão ainda não havia sido expedido. Dessa forma, Fernandes foi liberado e assinou um termo se comprometendo a comparecer no Fórum nesta quarta-feira (26).

O mandado de prisão só foi expedido na manhã desta quinta-feira, uma vez que a Comarca de Contagem, na Grande BH, onde o caso foi julgado, ainda não havia recebido a decisão do STF. Na tarde de quarta-feira, Lucio Adolfo, advogado de Fernandes, e um dos diretores do Boa Esporte compareceram no Fórum de Varginha, sem o atleta. Na saída, Adolfo informou que Fernandes não precisaria “ser caçado” e se entregaria assim que recebesse a notificação do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais).

Habeas corpus

O goleiro Bruno foi solto no dia 24 de fevereiro, graças a um habeas corpus concedido pelo ministro do STF, Marco Aurélio Mello. O decisão foi dada após o magistrado considerar excessiva a demora da análise de um recurso apresentado pelos advogados do jogador. O pedido foi enviado à Justiça em 2013 e, até hoje, não foi apreciado. Assim, para o entendimento de Mello, Fernades teria o direito de aguardar o julgamento em liberdade. Porém, para o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, não foi constatado excesso de prazo atribuível à inércia dos órgãos judiciários e, por isso, o documento foi revogado com a maioria dos votos e foi reestabelecida a prisão anteriormente decretada ao jogador.

Dos quatro ministros presente na reunião, apenas o ministro Marco Aurélio Mello votou a favor da manutenção do benefício ao goleiro. Alexandre de Moraes, Rosa Weber e Luiz Fux votaram contra.

Confira o vídeo:

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