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Sem diploma, Joesley Batista pode ser transferido para cela comum

Por Noticias ao minuto
Publicado em 13 de setembro de 2017 às 11:38H

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Ele está detido em uma cela de 9 metros quadrados, na superintendência da PF, mas pode ir para a Papuda, nos próximos dias, se a prisão temporária for convertida em preventiva.

Desde essa segunda-feira (11), o empresário Joesley Batista está preso na superintendência da Policia Federal (PF), em Brasília. Ele chegou ao local sob protesto, depois que um grupo de manifestantes resolveu esperá-lo e soltar fogos de artifícios ao avistar o delator, em comemoração a prisão dele.

Mas esse parece ter sido o menor dos transtornos que o executivo deve enfrentar a partir de agora. Ele, que já havia chorado quando agentes da PF abriram a porta da cela onde ficaria detido, pode ir parar em um xadrez comum, caso seja transferido para um presídio, já que não possui curso superior.

A mesma situação foi vivenciada pelo empresário Eike Batista que, sem diploma, chegou a ficar preso em cela comum, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio.

O executivo do grupo J&F teve a prisão temporária decretada, junto com o também delator Ricardo Saud, no último domingo (10), pelo ministro Edson Fachin. O relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral da República.

Joesley e Saud têm prisão decretada até a próxima sexta-feira (15) e ficarão na Superintendência da PF, dividindo uma cela de 9 metros quadrados. No local, há duas camas de cimento, um cano de água fria e um buraco para as necessidades, de acordo com informações da Folhapress.

No entanto, eles podem ser transferidos para o Complexo Penitenciário da Papuda, caso a detenção seja convertida em prisão preventiva, nos próximos dias.

Na manhã de ontem, Batista e Saud saíram de São Paulo em um avião da (PF) e, ao aterrissarem na capital federal, seguiram para o Instituto Médico Legal (IML), onde fizeram exame de corpo de delito.

Os dois se entregaram à PF após reviravolta causada pela divulgação de um áudio com quatro horas de duração, contendo o diálogo entre ambos que, de acordo com a PGR, aponta para a omissão de informações durante o acordo de delação premiada.

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