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TV por assinatura perde clientes no Brasil

Por DOL
Publicado em 02 de março de 2017 às 23:44H

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O número de clientes de TV por assinatura no Brasil caiu 1,91% entre janeiro do ano passado e o mesmo mês deste ano, com redução de 364,4 mil assinantes. De dezembro de 2016 para janeiro deste ano, houve queda de 105 mil clientes de TV paga no país.

Dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) (Foto: Agência Brasil/Arquivo)

Dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) (Foto: Agência Brasil/Arquivo)

No Pará, o decréscimo foi de 0,58% passando do total de 305.833 para 304.074, uma perda de 1.759 usuários.

Atualmente, o país tem 18,69 milhões de clientes de TV paga, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (2) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A tecnologia por satélite é a que tem o maior número de assinantes, com 10,6 milhões de clientes, seguida pela TV a cabo, com 7,7 milhões.

Nos últimos 12 meses, Pernambuco liderou a redução percentual de assinantes de TV no país, com queda de 8,02%, seguido de Rondônia (-7,98%) e do Amapá (-7,58%).

Lideraram o crescimento da TV paga no Brasil os estados do Piauí (7,47%), de Sergipe (4,26%) e do Maranhão (4,08%).

Segundo especialistas, uma das causas para a queda no número de assinantes de TV por assinatura é a crise econômica, que tem levado muitas famílias brasileiras a cancelar o serviço.

OUTROS SERVIÇOS

Dentro do cenário que vem derrubando a assinatura de TV em todo o Brasil, novos serviços de entretenimento ganham espaço. É o caso da Netflix, que se auto define como um serviço de transmissão online que permite aos clientes assistir a uma ampla variedade de séries de TV, filmes e documentários, utilizando a conexão à internet – atualmente os usuários também podem usar o serviço offline.

O estudante Luiz Santos conta ao DOL que continua utilizando a TV por assinatura em casa, mas desde 2015 assinou o serviço pela internet. O conteúdo disponibilizado é o principal atrativo.

“Eu continuo com a TV por assinatura, porque ela ainda oferece conteúdos que a Netflix ainda não dispõe, especialmente relacionado a canais de esportes, shows ao vivo e programação variada, fora do campo cinematográfico. Se um dia disponibilizar este tipo de conteúdo e manter um valor justo pelo serviço oferecido, com certeza vou fazer essa migração”, disse.

Os últimos dados divulgados pela empresa, em outubro do ano passado, demonstraram a Netflix com um total de 3,57 milhões de usuários. Um aumento de 32% em relação ao ano de 2015.

Outro fator preponderante, que deve mudar os hábitos dos telespectadores brasileiros nos próximos anos, continua no campo da internet.

As transmissões ao vivo no site Youtube, agora de forma mais contínua, ganhou um capítulo a parte na última quarta-feira (1º). O jogo entre Atlético Paranaense e Coritiba, na Arena da Baixada, foi transmitido em tempo real também pelo Facebook.

LEI DA OFERTA E PROCURA

Em tempos de crise econômica e com a queda na demanda de um serviço ou produto, o consumidor deve ficar atento a máxima do mercado que atende a chamada lei da oferta e da procura.

Com a queda no número de assinantes e aumento no desemprego e diminuição da renda, é possível negociar e até barganhar preços melhores com as operadoras que neste momento deverão redobrar os esforços para não perderem os assinantes.

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