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Cerca de 2.700 lojas fecharam no Pará

Por Dol
Publicado em 27 de agosto de 2020 às 13:04H

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O movimento de clientes no centro comercial da capital ainda oscila na retomada dos serviços. | Wagner Santana/Diário do Pará

Os números assustam. Desde o início da pandemia de Covid-19, já são quase 2.700 lojas que fecharam as portas no Pará, provocando cerca de dez mil demissões, segundo o Sindicato do Comércio Varejista e dos Lojistas de Belém (Sindilojas). E as expectativas da entidade são bem pouco otimistas em relação ao movimento e as vendas no comércio da capital nestas próximas semanas. Ao contrário do que se pode imaginar, o Círio de Nazaré não representa agora uma data que possa aquecer o comércio de varejo, apenas alguns setores é que acabam apresentando um maior faturamento – e este ano poderá ficar comprometido pelo formato do evento.

“Já há alguns anos que o Círio não alavanca o setor de bens. Até porque o comércio já se expandiu e cresceu para o interior do Estado também. Então quem vem participar da festa, já vem pronto, com roupas novas compradas na própria cidade onde mora, onde o comércio é bem abastecido”, ressaltou o presidente do Sindilojas, Joy Colares. “O que fica aquecido, em Belém, no mês de outubro, são as vendas de imagens, mantos, alguns artesanatos”, prosseguiu. “O setor de alimentação também, já que os turistas costumam comer e beber fora. Mas este ano nem isso deveremos ter”, adiantou Joy.

Para ele, a prorrogação da lei nº 14.020 – que trata da suspensão de salários e da redução de jornada de trabalho – por mais dois meses deve ajudar os lojistas a lutar para manter seus negócios em funcionamento. “Tivemos um fôlego até outubro, quando voltaremos a nos preocupar de forma maior com o cenário econômico”, diz.

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