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Belém zera ocupação de leitos e fica sete dias sem registrar mortes por covid-19, anuncia Sesma

Por G1
Publicado em 21 de setembro de 2021 às 00:42H

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Belém chega ao quarto dia consecutivo com ocupação zero de leitos para atendimento de pacientes com covid-19. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), há exatos sete dias o município não registra nenhuma morte causada pela doença.

O resultado está ligado ao avanço da campanha de vacinação na capital, onde mais de 570 mil pessoas já tomaram as duas doses da vacina e cerca de um milhão recebeu a primeira. “Quanto mais pessoas estiverem vacinadas, com a primeira e, principalmente, a segunda dose, mais será possível conseguir diminuir a incidência de casos de Covid-19 e, principalmente, os casos mais graves que podem levar as pessoas à morte. É preciso lembrar que ainda estamos no curso de uma pandemia e que existem novas cepas do coronavírus sendo identificadas no mundo inteiro. Por isso, não podemos relaxar nos cuidados”, reforça o secretário municipal de Saúde, Maurício Bezerra.

A meta da Sesma é alcançar 70% de belenenses com o ciclo de imunização completo até o fim de outubro deste ano. “A taxa de ocupação é zero tanto nos leitos clínicos quanto nos de Unidade de Terapia Intensiva (UIT). Esse é um dado animador, de muita esperança. Ao mesmo tempo, essa realidade nos inspira e obriga a termos, cada vez mais, cuidado com as medidas de prevenção individual, principalmente o uso da máscara, o distanciamento social e a higienização das mãos. Essas medidas, junto com a vacinação, nos levarão ao controle da pandemia em Belém”, orienta Bezerra.

Anticorpos são assegurados na segunda dose

“É importantíssimo que a população compareça para tomar a segunda dose. Todas as vacinas que aplicamos em Belém são de duas doses. A segunda dose, portanto, é necessária do ponto de vista imunológico, isto é, a imunidade só se constrói no indivíduo que completa o ciclo”, explica o diretor de Vigilância à Saúde da Sesma, Cláudio Salgado.

“A primeira dose é a que chamamos de sensibilização e a segunda é a dose de desafio, quando o organismo vai, finalmente, produzir anticorpos de memória e outras células que vão proteger contra a doença em si”, frisa.

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