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As 10 melhores cidades do mundo para se viver de 2017

Por Estadão
Publicado em 13 de setembro de 2017 às 11:18H

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O RANKING DAS CIDADES MAIS HABITÁVEIS

Quais são as melhores cidades para se viver no mundo? Responder à pergunta – e também à oposta a ela, ou seja, quais são as piores – é o objetivo da pesquisa realizada anualmente pela Economist Intelligence Unit, instituição ligada à revista inglesa ‘The Economist’. O levantamento leva sempre em conta questões relacionadas à qualidade de vida, como estabilidade, acesso à saúde, educação e cultura, meio ambiente e infraestrutura.

O ‘The Global Liveability Report 2017’ avaliou 140 cidades em todo mundo. O ranking das melhores continua o mesmo do ano passado, mas, segundo os resultados da pesquisa, a volatilidade das pontuações tem sido consequência da maior instabilidade mundial. Na Europa, a ameaça do terrorismo afetou os índices de habitabilidade de algumas cidades, por exemplo. Mesmo assim, o resultado geral da pesquisa apontou para um progresso no campo da qualidade de vida. Amsterdã, na Holanda, e Reykjavik, na Islândia, são exemplos disso: ambas aumentaram o acesso à cultura e conseguiram diminuir os índices de criminalidade.

10. HAMBURGO (ALEMANHA)

Nota 95. Segunda maior cidade da Alemanha e um dos maiores centros comerciais do país, Hamburgo manteve a mesma pontuação de 2016. Localizada ao norte, é destino certo para os próprios alemães em busca de descanso e diversão. Suas notas foram: 90 em estabilidade (sua nota mais baixa mais uma vez); 100 na saúde; 93.5 em cultura e meio ambiente; 91.7 na educação; 100 em infraestrutura. Foto: Christian Charisius/Reuters

9. HELSINQUE (FINLÂNDIA)

Nota 95.6. A capital da Finlândia é outra cidade que manteve a mesma nota de 2016. Bem arborizada, portuária, repleta de belas construções e bastante tranquila, Helsinque é sempre elogiada por sua organização urbana. Suas notas foram: 100 na estabilidade; 100 na saúde; 88.7 em cultura e meio ambiente (mais uma vez sua nota mais baixa); 91.7 na educação; e 96.4 na infraestrutura.  Foto: Ana Carolina Sacoman/Estadão

8. AUCKLAND (NOVA ZELÂNDIA)

Nota 95.7. Com a mesma nota do ano passado, Auckland é a maior cidade da Nova Zelândia e fica a 643 km da capital Wellington. Reserva boas praias para o surfe, assim como paisagens exuberantes. Como metrópole, também tem suas opções mais urbanas, como a famosa Sky Tower e os restaurantes da Federal Street. Suas notas foram: 95 em estabilidade; 95.8 em saúde; 97 em cultura e meio ambiente; 100 em educação; e 92.9 em infraestrutura.   Foto: Tiago Queiroz/Estadão

7. PERTH (AUSTRÁLIA)

Nota 95.9. Sem variações na nota de 2016, Perth abre novamente a boa participação da Austrália no ranking das melhores cidades para se viver. Localizada no extremo da costa ocidental australiana, no estuário do Rio Swam, oferece praias de águas esverdeadas ideais ao surfe (como a foto entrega), cruzeiros, vinícolas na região, áreas para pedalar e história nas ruas de Fremantle. Suas notas foram: 95 em estabilidade; 100 em saúde; 88.7 em cultura e meio ambiente; 100 em educação; e 100 em infraestrutura.  Foto: Tim Clarke/EFE

6. ADELAIDE (AUSTRÁLIA)

Nota 96.6. Adelaide vem logo em seguida na dobradinha australiana. Capital da South Australia, tem agitada vida cultural (é famosa por seus muitos festivais), está repleta de estudantes intercambistas, gramados para curtir seu clima descontraído ao ar livre e um mercado central imperdível. Suas notas foram: 95 na estabilidade; 100 na saúde; 94.2 na cultura e meio ambiente (sua nota melhor em relação a Perth); 100 na educação; e 96.4 na infraestrutura (sua nota pior em relação a Perth).  Foto: Dan Peled/APP

5. CALGARY (CANADÁ)

Nota 96.6. Assim como em 2016, a canadense Calgary teve a mesma nota de Adelaide. A diferença entre elas continua sendo o fato de Calgary ter três notas máximas contra duas obtidas por Adelaide. Apesar de não ser muito conhecida entre os brasileiros, a cidade localizada ao sul da província de Alberta já foi cidade-sede dos Jogos Olímpicos de Inverno em 1988 e é uma das mais populosas do país. Possui um bom número de atrações turísticas, entre parques, museus e restaurantes. Suas notas foram: 100 em estabilidade (contra 95 de Adelaide); 100 em saúde; 89.1 em cultura e meio ambiente (nota mais baixa do que recebeu Adelaide); 100 em educação; e 96.4 em infraestrutura.   Foto: Todd Korol/Reuters

4. TORONTO (CANADÁ)

Nota 97.2. Toronto é a segunda cidade canadense das três que aparecem (seguidas) neste ranking. E a definição dada a ela no ano passado continua a mesma: tranquila, mas não pacata; cosmopolita, mas não excludente. Dona de uma miscelânea cultural que anda atraindo jovens brasileiros intercambistas, sobretudo, mas também famílias com crianças. Suas notas foram: 100 em estabilidade; 100 em saúde; 97.2 em cultura e meio ambiente; 100 em educação; 89.3 (nota que a afasta do topo) em infraestrutura.  Foto: Renata Reps/Estadão

3. VANCOUVER (CANADÁ)

Nota 97.3. A melhor das cidades canadenses e a terceira melhor do mundo quando o assunto é qualidade de vida: muito prazer, Vancouver. Cercada de água – nosso colunista Mr. Miles a compara com o Rio de Janeiro -, está cheia de espaços de lazer ao ar livre e vive seu auge no verão, com seus bairros boêmios, arte na rua e áreas esportivas. Com 600 mil habitantes na costa oeste (2,5 milhões na região metropolitana) – e muitos intercambistas também – é turística dos pés à cabeça. Suas notas foram: 95 na estabilidade; 100 na saúde; 100 na cultura e meio ambiente; 100 na educação; e 92.9 na infraestrutura.  Foto: Nathalia Molina/Estadão

2. VIENA (ÁUSTRIA)

Nota 97.4. Com a mesma nota do ano passado, Viena é a cidade que melhor representa o continente europeu no ranking. Além de seu charme natural – para onde quer que se olhe, a vista será bonita e a foto, nostálgica -, respira história em cada um de seus cantinhos e construções clássicas. Não faltam opções aos turistas, das caminhadas descomprometidas ou pedaladas a roteiros por museus, galerias, palácios e óperas. Suas notas foram: 95 em estabilidade; 100 na saúde; 94.4 em cultura e meio ambiente; 100 em educação; e 100 em infraestrutura.  Foto: Adriana Moreira/Estadão

1. MELBOURNE (AUSTRÁLIA)

Nota 97.5. Eis a melhor cidade para se viver no mundo: Melbourne. Dona da primeira posição há sete anos consecutivos, a cidade australiana não teve nenhuma nota abaixo de 95, mantendo a mesma pontuação do ano passado (como todos os outros destinos da lista). Capital do Estado de Vitória, tem se tornado queridinha dos turistas por seu bom número de hotéis e ótimos restaurantes, por sua natureza que mescla vida selvagem e urbana e por sua agenda cultural sempre viva. Uma novidade prestes a ser lançada (em outubro) é o voo direto da Latam entre Santiago (Chile) e Melbourne – serão 15 horas de duração e o voo mais longo da história da companhia aérea. Suas notas foram: 95 em estabilidade; 100 em saúde; 95.1 em cultura e meio ambiente; 100 em educação; e 100 em infraestrutura. Para ler o estudo completo, clique aqui. Foto: Adriana Moreira/Estadão

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