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Antes da covid, miséria no País chegava a 6,4%

Por Notícias ao Minuto
Publicado em 08 de dezembro de 2020 às 01:02H

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O projeto que cria a Lei de Responsabilidade Social (LRS) estabelece metas de redução de pobreza e da extrema pobreza. O objetivo é reduzir, no período de três anos seguintes à entrada em vigor da nova lei, a taxa geral de pobreza para 12%, 11% e 10%. A taxa de pobreza extrema passaria para 4%, 3% e 2%.

As estatísticas apontam que um em cada quatro brasileiros não consegue gerar renda suficiente para garantir a superação da situação a que estão submetidos.

O presidente da Rede Brasileira de Renda Básica, Leandro Ferreira, avalia que a proposta de Tasso acerta ao lançar a discussão de metas para redução da pobreza. Mas ele critica a fixação de um valor arbitrário para definir o que é pobreza e extrema pobreza, sem considerar a referência usada por organismos multilaterais como o Banco Mundial.

Segundo Ferreira, seria melhor que o Brasil estivesse em consonância com as discussões internacionais. O Banco Mundial, por exemplo, tem ido além da convenção internacional de que a linha da pobreza abarca quem vive com menos de US$ 1,90 por dia (cerca de R$ 151 mensais, considerando dados de 2019). Em países de renda média-alta, como o Brasil, o organismo multilateral estabeleceu que a linha de pobreza é definida por quem vive com menos de US$ 5,50 por dia. Isso seria o equivalente a cerca de R$ 436 mensais em 2019.

“Como somos um País de renda média alta, a gente não pode mais trabalhar com aquela linha de US$ 1,90 por dia, porque aí a pobreza, do ponto de vista estatístico, estará resolvida sem que a realidade corresponda ao que a gente realmente tem”, avalia Ferreira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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