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Bandeira tarifária da energia elétrica continua verde em março

Por ORM
Publicado em 03 de março de 2020 às 09:51H

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Pelo segundo mês consecutivo, a bandeira tarifária verde segue vigorando em todo o país em março, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o que indica que não haverá custos adicionais no preço da energia consumida. Em fevereiro, a agência já estava operando com essa tarifa, mas o órgão informou que os principais reservatórios de hidrelétricas do Sistema Interligado Nacional (SIN) apresentaram recuperação de níveis em razão do volume de chuvas próximo ao padrão histórico do mês.

De acordo com o executivo de relacionamento com o cliente da Equatorial Pará, Francisco Tiago Fonseca, as bandeiras tarifárias regulam o valor pago pela energia conforme a escassez ou disponibilidade de água nos reservatórios das hidrelétricas. Ou seja, quanto mais água disponível, mais energia pode ser produzida, o que reduz os custos ao consumidor final.

“Na bandeira verde não há nenhum acréscimo de tarifas, então o consumidor paga apenas a energia que usar e os tributos, sem taxas extras, já que temos um bom armazenamento de água nos reservatórios. Na bandeira amarela há a cobrança de 1,34 centavo por kWh. Já na vermelha, que tem duas fases, é pago 4 ou 6 centavos a mais por kWh consumido. Esse seria o cenário mais crítico”, pontuou o especialista.

A Aneel divulgou que a previsão para março é manter a condição hidrológica favorável, o que aponta para um cenário com elevada participação das hidrelétricas no atendimento à demanda de energia do SIN, reduzindo a necessidade de acionamento do parque termelétrico.

Antes da mudança no início de fevereiro, estava em vigor a bandeira amarela, que continha o acréscimo de 1,34 centavo a cada quilowatts-hora (kWh) consumido. Como a média de consumo dos paraenses é de 150 kWh por mês, de acordo com informações da Equatorial Pará, a redução no pagamento bruto foi de 1,93% – sem a incidência de impostos. Cada kWh custa R$ 0,68, segundo o órgão. Agora, em março, o valor se mantém.

Ainda de acordo com o executivo da Equatorial, Francisco Fonseca, mesmo pagando menos taxas, é preciso ficar atento ao excesso de gastos. A principal dica do especialista é ter cuidado com os equipamentos e eletrodomésticos que transformam o calor em frio e vice-versa, como ar condicionado, geladeira, ferro de passar roupa, chapinha e secador, pois contribuem para que a conta de energia elétrica fique mais cara.

“A economia de energia é essencial. Estamos no inverno amazônico, e o consumo já tende a ficar menor nesse período, mas, mesmo assim, precisamos de cuidado. É bom não deixar a porta da geladeira aberta durante muito tempo, sempre passar ou lavar roupas em grande quantidade, não colocar alimentos quentes dentro da geladeira porque isso força o consumo, manter o ar condicionado na média de 22 graus, e outras cautelas”, mencionou Fonseca. De todos os equipamentos, o mais “perigoso” é a geladeira, segundo ele, já que está em quase todos os lares e está sempre ligada.

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