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Bolsa Família complementará a renda de 966 mil famílias do Pará em maio

Por ORM
Publicado em 22 de maio de 2020 às 08:06H

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Desde segunda-feira (18), 966.117 famílias em situação de extrema pobreza ou vulnerabilidade social no Pará estão recebendo os benefícios do Bolsa Família. Neste mês de maio, o Ministério da Cidadania está repassando ao Estado R$ 185.853.812,00, o que equivale, em média, R$ 192,37 para cada família. O pagamento segue até o próximo dia 29. Os dados se referem, apenas, ao Programa Bolsa Família (PBF). Dentro desse grupo, o governo federal identificou no mês passado, 931.460 famílias (1.371.065 pessoas) que ainda serão contempladas neste mês com o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial (AE) de R$ 600,00. O repasse total do auxílio no Pará deve chegar a R$ 822,63 milhões. Este montante somado ao valor do Bolsa Família de maio deve representar um incremento na economia do Estado de R$ 1.008.492.812,00.

Em todo o País, o repasse total do Bolsa Família em maio é de R$ 185.853.812,00 para complementar renda de 14.281.761 famílias de baixa renda – R$ 192,37 por família, em média. Dessas famílias da folha de pagamentos do programa em maio, 95% (mais de 13,5 milhões) receberão o Auxílio Emergencial durante três meses, fazendo com que o benefício chegue potencialmente a mais de 41,8 milhões de pessoas. O valor supera R$ 15,1 bilhões transferidos neste segundo mês de pagamento.

“Chegamos ao número expressivo de mais de 14 milhões de famílias beneficiadas pelo Programa Bolsa Família, auxiliando tantas pessoas em situação de vulnerabilidade social em uma época de mercado praticamente estagnado pela pandemia. E, com o Auxílio Emergencial, conseguimos aumentar o benefício médio dessas pessoas ao longo de três meses. São recursos que certamente fazem a diferença dentro da casa dessas famílias”, defende o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

Pela folha de pagamento, o Pará é o sexto Estado com o maior número de beneficiários, atrás da Bahia (1.839.747 famílias), São Paulo (1.602.113 famílias), Pernambuco (1.176.194), Ceará (1.085.636) e Minas Gerais (1.076.949). O Estado ocupa a mesma posição quando é acrescentado o auxílio emergencial, integrando o grupo dos sete que este mês receberão mais de R$ 1 bilhão voltado as famílias inscritas nos programas sociais do governo.

A Região Nordeste aparece com destaque, com quatro estados nesta lista. São os casos de Bahia (R$ 1,97 bilhão), Pernambuco (R$ 1,25 bilhão), Ceará (R$ 1,19 bilhão) e Maranhão (R$ 1,05 bilhão). A Bahia, aliás, é a Unidade da Federação que receberá o auxílio emergencial para o maior número de famílias do programa neste mês. São quase 1,8 milhão de famílias, totalizando mais de 5,2 milhões de pessoas. Em seguida aparece o estado de São Paulo, com 1,4 milhão de famílias, beneficiando mais de 4,3 milhões de pessoas, e um investimento de R$ 1,6 bilhão,

Dentre os municípios do Estado, Belém é o que aparece em maio com o maior número de famílias beneficiárias: 118.201 dentro do Bolsa Família (R$ 18.370.497,00) e 112.905 delas com direito a benefício extra, totalizando cerca de R$ 130 milhões de repasse federal. Na sequência aparece Ananindeua (33.751 famílias no PBF e repasse total de R$ 4.569.805,00 / 32.292 famílias no AE e total de R$ 39.156.000,00); Abaetetuba (33.429 famílias e R$ 6.912.831,00 / 32.475 e R$ 34.458.600,00); Santarém (31.185 e R$ 5.866.018,00 / 30.234 e R$ 35.868.600,00); Cametá (19.376 e R$ 3.884.673,00 / 19.096 e R$ 23.110.800,00) e Breves (16.649 e R$ 3.958.809,00 / 16.060 e R$ 19.050.600,00).

O Bolsa Família é voltado para as famílias inseridas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e que têm renda mensal por pessoa de até R$ 89, além daquelas com renda familiar mensal de até R$ 178 por pessoa e que tenham integrantes gestantes, crianças ou adolescentes. A quantia que cada beneficiário recebe varia conforme o número de pessoas na família, a idade de cada um e a renda declarada. Já o Auxílio Emergencial varia de R$ 600 a R$ 1.800 por família e será pago por três meses. A mulher provedora de família monoparental, ou seja, sem cônjuge e responsável por ao menos uma pessoa menor de 18 anos, recebe R$ 1.200, mesmo que haja outro trabalhador elegível na família. Segundo estimativas do Ministério da Cidadania, há ao menos seis milhões nesse critério em todo o país.

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