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Com aumento da arrecadação e exportação, Governo prevê que PIB do Pará feche 2021 recuperado dos impactos da pandemia

Por G1
Publicado em 31 de agosto de 2020 às 06:28H

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Mineração teve um aumento de 25% nas exportações, em relação ao ano passado — Foto: Marcos Santos/Agência Pará

Governo prevê que Produto Interno Bruto (PIB) do Pará feche o ano de 2021 recuperado dos impactos da pandemia. O saldo deve ficar maior que em 2019, antes dos casos da Covid-19 estourarem no estado. O aumento das exportações no setor da mineração e crescimento da arrecadação indicam esse dado, segundo o Estado.

“Mesmo com a pandemia, o Estado conseguiu controlar as despesas. Não podemos dar aumento ao servidor, então a despesa com o pessoal manteve-se estabilizada. O único grupo de gastos que cresceu em 2020 foi o de investimentos, já que conseguimos estabilizar as despesas primárias para 2021 mesmo neste cenário de crise, enfim, existe um equilíbrio fiscal que permite que o Pará tenha esse fôlego”, explica Josynélia Raiol, secretária adjunta de Modernização e Gestão Administrativa da Seplad.

Em 2019, as contas públicas do Estado geraram um superávit primário de cerca de R$ 1 bilhão, superando a previsão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de alcançar superávit de R$ 11 milhões.

Considerado um dos principais indicadores da saúde financeira do Estado, o resultado primário é a diferença entre receitas e despesas, excluindo as receitas e despesas com juros, e demonstra a sustentabilidade da política fiscal em execução pelo Governo.

Arrecadação

Outro ponto positivo foram os crescimentos nas receitas do Imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços (ICMS).

“Nos começamos o ano muito bem e tivemos queda, em relação a 2019, apenas em abril. Iniciou-se um vigorosa recuperação em junho e, em julho, tivemos a maior arrecadação, um recorde de 1 bilhão e 189 milhões, o que deve ser ultrapassado em agosto, com 1 bilhão e 200 milhões” , explica o secretário de Estado de Fazenda, René Sousa.

A pior queda da receita do Estado foi registrada em maio e ficou em 15%. “A economia do Estado é baseada no tripé minério, agronegócio e comércio. Por exemplo, só no caso do minério, tivemos um aumento de 25% nas exportações, em relação ao ano passado, então, com as exportações aumentando, toda cadeia que gira em torno dela também foi beneficiada. Já no agronegócio também tivemos alta com a exportação de carne para China, além de outros produtos, como soja e cacau, que foram muito melhores que no ano passado”, completa.

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