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Primeiro brasileiro campeão da NBA anuncia aposentadoria das quadras

Por Notícias ao minuto
Publicado em 19 de fevereiro de 2018 às 11:57H

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Tiago Splitter confirmou que não vai mais jogar basquete profissionalmente.

© Getty Images

Primeiro atleta brasileiro a ser campeão da NBA, Tiago Splitter anunciou em entrevista ao canal “Sportv”, na madrugada desta segunda-feira (19), que está se aposentando das quadras.

“Vou parar de jogar. É uma decisão que tomei nesses últimos meses, não é uma coisa que eu quero, mas a lesão que tive no quadril está sendo mais problemática do que a gente achava. É um momento difícil porque você para de fazer uma coisa que fez a vida inteira. Eu me lembro de estar em uma quadra de basquete desde que lembro da minha pessoa. Conversei com minha família, minha esposa, todo mundo e, realmente, chegou o momento de pendurar o tênis”, disse o Splitter, que está com 33 anos.

Splitter foi campeão da NBA com a camisa do San Antonio Spurs, em 2014, além de ter defendido a seleção brasileira. A confirmação da aposentadoria foi feita durante a transmissão do All-Star Game da NBA, em Los Angeles. A última partida oficial dele ocorreu há 10 meses, pelo Philadelphia 76ers.

“Fiz a cirurgia no lado direito do quadril. Estava até bem. Coloquei um pedaço de metal no quadril. Fui o primeiro a jogar com uma prótese na NBA. O outro lado começou a machucar. Procurei o mesmo médico. Fiz ressonância e viram que acabou a cartilagem, gastou com o tempo. Teria que fazer a mesma coisa do outro lado se quisesse jogar. Na época, estava com 32 anos e precisaria de mais 12, 13 meses de recuperação. Não estaria mais bem fisicamente para competir com essa garotada”, falou ele sobre suas lesões.

Sobre o futuro, Tiago planeja trabalhar com o treinador Gregg Popovich no San Antonio Spurs.

“O dia em que eu tomar essa decisão todo mundo vai saber. Quero estar no meio do basquete, que deu tudo para mim. Cresci no basquete como pessoa. Óbvio que tenho a educação da minha família, mas a quadra, o sacrifício diário, dedicação, o esporte me deu. Não só devo ao basquete, como quero continuar nesse meio, Ser jogador de basquete é a melhor profissão do mundo. É difícil parar e fazer outra coisa”, finalizou.

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