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Partido de Netanyahu vence, mas com margem apertada

Por R7
Publicado em 10 de abril de 2019 às 10:45H

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O partido Likud, do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está na frente com uma vantagem apertada sobre a coalizão centrista Azul e Branco, de Beni Gantz, com 99% dos votos apurados, após as eleições gerais realizadas na terça-feira no país.

Segundo os dados do comitê central eleitoral, com mais 3,9 milhões dos votos apurados, o Likud obteria 26,47% dos votos, contra 26,11% do Azul e Branco. Em números reais, apenas 14 mil votos separam os partidos.

A participação eleitoral nessas eleições foi de 4.016.310 eleitores, cerca de 67%, quase 4% a menos do que nas últimas eleições legislativas, em 2015, revelou o jornal digital local Times of Israel.

Durante o processo de apuração, Netanyahu reivindicou a vitória em um discurso nesta manhã perante os membros de seu partido e seus apoiadores em Tel Aviv, na qual ele considerou ter obtido “uma vitória incrível” e, esperando pela recontagem final de todos os votos, acrescentado que significa “uma conquista inimaginável” e “quase inconcebível”.

Terra natal
Nestas eleições, o candidato Beni Gantz venceu na cidade natal de Netanyahu, em Cesareia, com 52,6% contra 24%. Já o primeiro-ministro estava a frente na cidade de Rosh Haayin, do partido de Gantz, por cerca de 300 votos, apenas.

A participação das mulheres no parlamento também deverá apresentar mudanças. Com quase todos os votos apurados, a participação das líderes femininas cairá de 33 assentos para 28, contrariando o crescimento das mulhers na política israelense.

O atual primeiro-ministro Netanyahu agradeceu seus apoiadores e disse que a vitória só foi possível com este apoio frente a uma “imprensa tendenciosa”. Ele se comprometeu a fazer um governo claramente de direita, mas diz que governará para todos.

A posição de direita marcada pelo governo não deverá trazer novidades em relação ao tema do conflito com a Palestina, nos diálogos encerrados em 2014. Ao contrário, deverá incrementar já que a coalizão apoia uma nova ocupação de terras na Cisjordânia.

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