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Campanha no Pará coleta DNA para identificação de pessoas desaparecidas

Por G1 Pará
Publicado em 25 de maio de 2021 às 23:17H

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A busca por pessoas desaparecidas e a identificação de cadáveres não reclamados é o objetivo da campanha “Coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas para inclusão nos bancos de perfis genéticos”, lançada nesta terça-feira (25), pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A ação utilizará as secretarias de Segurança Pública das 27 unidades federativas e a Polícia Federal (PF).

No Pará, a coleta do material genético será feita pelos peritos criminais do Laboratório de Genética Forense, do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC), em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e a PF, de 14 a 18 de junho.

De acordo com a Segup, de janeiro a abril deste ano, foram registrados 352 casos de pessoas desaparecidas em todo o Estado. “A coleta vai envolver tanto o CPC Renato Chaves, que coleta o perfil genético, quanto a Polícia Civil, que tem um uma sessão para cuidar de desaparecidos. Esse trabalho conjunto, a partir dessa campanha, vai alimentar o nosso banco de perfil genético, para que possa identificar pessoas desaparecidas”, disse o secretário de Segurança Pública, Ualame Machado.

Coleta

A coleta de material biológico será realizada de forma indolor e o perfil genético dos familiares será inserido no Banco Nacional, possibilitando assim o confronto com os perfis de cadáveres não identificados também incluídos no banco. Como é um banco que integra todos os estados do Brasil, essa coleta pode fazer com que um corpo ou a própria pessoa seja encontrada em qualquer parte do País”, detalhou a perita criminal Elzemar Rodrigues, gerente do Laboratório de Genética Forense do CPCRC.

A busca aos pontos de coleta devem ser feitas por, pelo menos, dois familiares de primeiro grau das pessoas desaparecidas, como pai e mãe, filhos ou irmãos, neste último caso, quantos forem possíveis. No entanto, a coleta de DNA deve ser feita após os familiares terem feito o boletim de ocorrência na tentativa de busca da pessoa desaparecida.

No Pará, os pontos de coleta dos familiares que buscam por parentes desaparecidos serão feitos nas unidades do (CPCRC) em Belém, Altamira, Castanhal, Marabá e Santarém, coordenados pela Segup, com o apoio da PC. Os dois órgãos vão orientar as famílias a fazerem os registros policias de parentes desaparecidos.

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