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Canibal de Breu Branco é condenado a 32 anos e 9 meses pela morte de uma das vítimas

Por Paco Martins
Publicado em 13 de novembro de 2015 às 14:29H

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Foto: de Reprodução

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Após 6 meses de um dos crimes que chocou a região sudeste do Pará, chegou o dia do julgamento de Rafael da Silva Ribeiro de 27 anos. Ele é acusado de matar e esquartejar Joana Cristina da Silva Soares, de 48 anos (esposa) e Maria Zélia Ribeiro dos Santos, de 46 anos.

O crime aconteceu em maio deste ano. Na geladeira do assassino confesso, havia um coração, pedaços de carne, além de uma garrafa com dois litros de sangue. Todo material encontrado era humano. Apesar de ter sido classificado como “canibal” por moradores, ele nega ter consumido as partes dos corpos das vítimas. Em depoimento, o criminoso afirmou que as guardava apenas como “lembrança”, pois “uma voz” pedia que fizesse isso.

Maria Zélia Ribeiro 48, ela foi a segunda vítima a ser morta. Foto: Polícia Civil Breu Branco

Maria Zélia Ribeiro 48, ela foi a segunda vítima a ser morta. Foto: Polícia Civil Breu Branco

Os policiais da Delegacia Civil de Breu Branco chegaram até Rafael após uma denúncia do irmão da segunda vítima, Maria Zélia Ribeiro dos Santos, de 46 anos. Ele foi à delegacia após a irmã passar a noite fora de casa. Durante a investigação do desaparecimento, os agentes chegaram até um bar onde Maria Zélia havia sido vista pela última vez acompanhada de Rafael, antes dos dois pegarem um moto-táxi. Através do mototaxista, a polícia chegou até o endereço do criminoso.

Maria Zélia foi a primeira a ser encontrada enterrada e esquartejada no quintal de Rafael, assim como Joana Cristina, localizada em uma segunda busca. Na casa dele, também foram encontradas uma pá, um cavador e uma enxada com restos de areia. Um lençol sujo de sangue estava no quintal e o colchão do quarto também tinha marcas de sangue.

Durante 6 meses ele ficou preso em um centro de recuperação no Pará, porém nunca foi revelado o local para garantir a integridade

Órgãos encontrados na geladeira. Foto Polícia Civil.

Órgãos encontrados na geladeira. Foto Polícia Civil.

física de Rafael. Nesta quinta-feira(12), foi realizado em Breu Branco região sudeste do estado, o julgamento do canibal.

Rafael da Silva Ribeiro, conhecido como o “Canibal do Breu” foi a jure popular, recebendo a pena máxima, sendo condenado pela morte de Maria Zélia Ribeiro dos Santos. São 32 anos e 09 meses de reclusão, pelos crimes: homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Por confessar o crime, ele teve a pena reduzida em 3 meses.

Uma nova audiência e um novo julgamento ainda serão marcados para tratar do caso de Joana Cristina da Silva Soares, de 48 anos, companheira de Rafael.

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