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Chefe do Ministério Público gastou R$ 370 mil com passagens aéreas e diárias

Por Dol
Publicado em 23 de novembro de 2020 às 10:16H

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Gilberto Martins manteve rotina de viagens mesmo neste ano pandêmico, em que as reuniões remotas foram priorizadas | Agência Pará

O valor supera o total gasto pelo seu antecessor, Marcos Antônio Ferreira das Neves, que ocupou o cargo de Procurador Geral de Justiça também por 2 mandatos. Foi em 2018 que Gilberto Valente Martins mais gastou: foram R$ 119.198,92, sendo R$ 48.419,70 apenas em diárias.

O ano em que seu antecessor mais gastou foi em 2016, seu último ano de gestão, quando o chefe do MP desembolsou R$ 87.346,03 em diárias e passagens.

“TRABALHO”

Apenas nesse ano pandêmico, onde gestores de órgãos públicos estão priorizando as atividades remotas por questões sanitárias, para evitar contaminação pelo Covid-19, o atual PGJ já gastou um total de R$ 58.258,50, sendo R$ 30.092,70 em passagens e R$ 28.165,80 em diárias.

A maioria das viagens é para Brasília sob a justificativa de “Reunião de Trabalho”, mas os gastos excessivos com diárias e viagens, segundo integrantes do MP estadual ouvidos pela reportagem, servem apenas para promoção pessoal do atual procurador, sem que se registrem grandes benefícios ao órgão.

Isso tudo sem computar o restante do mês de novembro e todo mês de dezembro, que certamente vão elevar esse total para um patamar ainda maior. 

Diário do Pará

procurador Geral de Justiça, Gilberto Valente Martins gastou, sozinho, R$ 370.062,12 em passagens aéreas (R$216.135,31) e diárias (R$153.926,81), sem correção, nas suas duas gestões à frente do Ministério Público do Estado entre 2017 e novembro deste ano segundo dados constantes no Portal da Transparência do órgão.

O valor supera o total gasto pelo seu antecessor, Marcos Antônio Ferreira das Neves, que ocupou o cargo de Procurador Geral de Justiça também por 2 mandatos. Foi em 2018 que Gilberto Valente Martins mais gastou: foram R$ 119.198,92, sendo R$ 48.419,70 apenas em diárias.

O ano em que seu antecessor mais gastou foi em 2016, seu último ano de gestão, quando o chefe do MP desembolsou R$ 87.346,03 em diárias e passagens.

“TRABALHO”

Apenas nesse ano pandêmico, onde gestores de órgãos públicos estão priorizando as atividades remotas por questões sanitárias, para evitar contaminação pelo Covid-19, o atual PGJ já gastou um total de R$ 58.258,50, sendo R$ 30.092,70 em passagens e R$ 28.165,80 em diárias.

A maioria das viagens é para Brasília sob a justificativa de “Reunião de Trabalho”, mas os gastos excessivos com diárias e viagens, segundo integrantes do MP estadual ouvidos pela reportagem, servem apenas para promoção pessoal do atual procurador, sem que se registrem grandes benefícios ao órgão.

Isso tudo sem computar o restante do mês de novembro e todo mês de dezembro, que certamente vão elevar esse total para um patamar ainda maior. 

Diário do Pará
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