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Emprego formal no campo no Pará cresce nos dois primeiros meses de 2018

Por Dol
Publicado em 03 de abril de 2018 às 11:31H

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O emprego formal no campo no Pará cresceu nos dois primeiros meses do ano, mesmo com a queda observada no mês de fevereiro, segundo balanço divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese/PA) nesta terça-feira (3).

Segundo a pesquisa referente a flutuação dos postos de trabalhos no setor da agropecuária no Pará, no mês fevereiro deste ano houve um decréscimo de 0,30% na geração de empregos formais. No setor em todo o Pará, foram 2.036 admissões contra 2.200 desligamentos, gerando um saldo negativo de 164 postos de trabalhos.

Entretanto, no mesmo período do ano passado, a situação foi inversa. O setor apresentou crescimento de empregos formais, com 2.216 admissões contra 1.804 desligamentos, gerando um saldo positivo de 412 postos de trabalhos.

Fevereiro com saldos negativos de empregos

As análises do Dieese/PA mostram ainda, que no mês de fevereiro deste ano, no setor da agropecuária, a maioria dos Estados da Região Norte apresentaram saldos negativos de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados, com destaque para o Pará com a perda de 164 postos de trabalhos, seguido do Acre com a perda de 95 postos de trabalhos e do Amazonas com a perda de 50 postos de trabalhos formais.

Também no mês passado, o destaque positivo no setor ficou por conta do Estado do Tocantins com geração de 114 postos de trabalhos seguido do Estado do Amapá com a geração de 41 postos de trabalhos.

Dados do Dieese/PA apontaram também que no mês de fevereiro foram feitas no setor da agropecuária em toda a Região Norte, 3.889 admissões contra 4.066 desligamentos, gerando um saldo negativo de 177 postos de trabalhos com decréscimo de 0,18% no emprego formal.

Geração de empregos formais cresceu nos dois primeiros meses de 2018

Entretanto, o balanço do Dieese/PA sobre a flutuação dos postos de trabalhos no setor formal da agropecuária no Pará nos dois primeiros meses de 2018 mostra crescimento de 0,18% na geração de empregos formais.

Segundo dados do Dieese/PA foram feitas no período no setor da agropecuária em todo o Pará 4.367 admissões contra 4.272 desligamentos, o que representa um saldo positivo de 95 postos de trabalhos.

No mesmo período do ano passado (janeiro e fevereiro), o setor da agropecuária no Pará apresentou crescimento na geração de empregos formais, sendo feitas 4.825 admissões contra 3.991 desligamentos, gerando um saldo positivo de 834 postos de trabalhos.

O balanço referente aos dois primeiros meses de 2018 mostra que a maioria apresentou crescimento na geração de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados, com destaque para o Estado de Rondônia  com saldo positivo de 176 postos de trabalhos, seguido do Tocantins com saldo positivo de 108 postos de trabalhos e do Pará com saldo positivo de 95 postos de trabalhos.

Na outra ponta, o destaque negativo no setor ficou por conta do Estado do Amazonas com a perda de 272 postos de trabalhos e do Acre com a perda de 143 postos de trabalhos.

Nos dois primeiros meses de 2018 já foram feiras em todo o Norte no setor da agropecuária, 8.306 admissões contra 8.349 desligamentos gerando um saldo negativo de 43 postos de trabalhos com decréscimo de 0,04% na geração de empregos formais.

Balanço da Região Norte: Pará lidera com geração de postos de trabalhos formais

Já o balanço sobre a flutuação dos postos de trabalhos no setor da agropecuária no Estado do Pará nos últimos 12 meses (Mar/17-Fev/18), mostra saldo positivo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados com crescimento de 0,32%.

No período analisado pelo Dieese/PA foram feitas no setor em todo o Pará, 26.151 admissões contra 25.980 desligamentos gerando um saldo positivo de 171 postos de trabalhos.

O balanço nos Estados da Região Norte no setor da agropecuária nos últimos 12 meses (Mar/17-Fev/18), mostra que a maioria apresentou saldos positivos de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados, com destaque para o Estado do Pará com a geração de 171 postos de trabalhos formais, seguido do Tocantins com a geração de 90 postos de trabalhos e do Amazonas com a geração de 89 postos de trabalhos formais.

Também no mesmo período analisado, o destaque negativo no setor ficou por conta do Estado do Acre coma perda de 249 postos de trabalhos e do Amapá com a perda de 111 postos de trabalhos formais.

Nos últimos 12 meses (Mar/17-Fev/18), foram feitas em todo o Norte no setor da agropecuária, 49.101 admissões contra 49.170 desligamentos, gerando um saldo negativo de 69 postos de trabalhos com queda de 0,07%.

O estudo foi elaborado e analisado pelo Dieese/PA com base em informações oficiais do Ministério do Trabalho, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

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