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Envolvidos nas mortes de mulheres são presos, uma das vítimas pode ser de Tucuruí

Por Dol
Publicado em 23 de março de 2017 às 20:44H

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destaque-398828-presosmoca888A Polícia Civil do Pará prendeu três homens acusados de envolvimento nas mortes de duas mulheres, no distrito de Mosqueiro, em Belém.

Os corpos das vítimas foram encontrados ainda durante a noite em um mangue, na invasão do Pulsão, localizada no entorno da praia do Carananduba, em Mosqueiro, por policiais civis da Divisão de Homicídios e da Divisão de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR).

Os detalhes do caso foram divulgados, nesta quarta-feira, 15, pelo delegado André Costa, diretor da Divisão de Homicídios, em Belém. Foram presos Rafael Sanches Trindade, 28 anos, conhecido como “Bocão”; Leonardo Loran Silva Alves, 21, conhecido como “Anjinho”, e Maurício Brito Coutinho, 19, de apelido “Maranhão”, que foram autuados por associação criminosa, homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Um quarto envolvido no crime, Eric William Santiago Maciel, 19, conhecido como “Biscoito”, não foi encontrado. As vítimas foram mortas a mando de traficantes de drogas.

As investigações apontaram que uma das vítimas, conhecida inicialmente apenas por Rosa, mas depois identificada como Rolsida Moreira Santiago, 26 anos, era envolvida com tráfico de drogas na região e possuía dívidas com a associação criminosa da qual os presos participam.

Ela foi atraída para uma emboscada no manguezal. Rosa teria sido amordaçada e morta a golpes de terçado pelo corpo.

Conforme o delegado, a outra mulher conhecida apenas como Kely, seria moradora da área do 40 Horas, em Ananindeua, de onde era responsável por levar drogas para distribuir em Mosqueiro.

Kely era companheira de um dos líderes da associação criminosa e teria sido morta no último dia 9 no mesmo mangue após ser descoberta em relações extraconjugais. Ela também teria sido morta por volta de 9h30 de terça-feira, 14, também a golpes de terçado.

O acusado Leonardo Alves foi preso na estrada de acesso à Mosqueiro, no momento em que se deslocava para o distrito vindo de Belém. Após a prisão dele, os policiais civis prenderam os outros dois acusados, moradores da invasão do Pulsão, perto do mangue onde as vítimas foram mortas. Em princípio, explica o delegado André Costa, havia a informação do assassinato de uma mulher, cujo corpo foi encontrado no mangue, em uma área de difícil acesso. O corpo foi removido ainda na noite.

Com a prisão dos acusados, os policiais descobriram o assassinato da segunda mulher. O corpo de Kely foi resgatado e removido na manhã desta quarta-feira por homens do Corpo de Bombeiros. Ambos os corpos estão no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves no aguardo de identificação oficial. A equipe policial apreendeu aparelhos celulares e o terçado utilizado nos crimes. As investigações sobre o envolvimento de outras pessoas nas mortes continuam.

Existem suspeitas de que Kely seja na verdade uma mulher chamada Keyla, que é moradora do bairro Getat em Tucuruí. Por conta do desaparecimento da filha, a mãe de Kayla foi até Belém e reconheceu o corpo, porém o depoimento de uma pessoa que estaria tendo envolvimento com Kely teria adiado a liberação do corpo.

O homem que teria envolvimento com Kely, afirmou que ela teria uma tatuagem na nádega, no corpo que se encontra no IML da capital, não tem tatuagem, por esse motivo, o corpo será submetido a um exame de DNA, afim confirmar as suspeitas.

O delegado responsável pelo caso, pediu para que o corpo ainda não seja liberado pelo IML. Os resultados dos exames deverão ficar prontos dentro de 15 à 20 dias.

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