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Mais da metade da população de Belém está com sobrepeso, diz pesquisa

Por G1
Publicado em 18 de abril de 2017 às 11:32H

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Pesquisa do Ministério da Saúde aponta que 54,4% da população de Belém está com excesso de peso (Foto: Reprodução/TV Liberal)

Pesquisa do Ministério da Saúde aponta que 54,4% da população de Belém está com excesso de peso (Foto: Reprodução/TV Liberal)

Mais da metade da população que vive em Belém está com excesso de peso. A informação é do Ministério da Saúde e foi divulgada na última segunda-feira (17). Os dados foram alcançados após a realização da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas. O resultado reflete respostas de entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos das capitais brasileiras.

A pesquisa revelou que 54,4% dos moradores de Belém estão com sobrepeso. Com estes dados, o Ministério da Saúde correlaciona a quantidade de pessoas com excesso de peso com o aumento de doenças crônicas não transmissíveis como a diabetes e a hipertensão.

O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 e o de hipertensão de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres. Na capital do Pará, 21% disseram ter diagnóstico médico de hipertensão, e 6,6%, de diabetes.

A consulta mostra a mudança no hábito alimentar da população mudou ao longo do tempo. Os dados apontam uma diminuição da ingestão de ingredientes considerados básicos e tradicionais na mesa do brasileiro. O consumo regular de feijão diminuiu 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas um entre três adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana. Esse quadro mostra a transição alimentar no Brasil, que antes era a desnutrição e agora está entre os países que apresentam altas prevalências de obesidade.

Apesar dos resultados não serem animadores, há um indicativo que a população está mudando positivamente alguns hábitos para chegar à qualidade de vida desejada.

Entre as mudanças positivas nos hábitos identificados na pesquisa está a redução do consumo regular de refrigerante ou suco artificial. Em 2007, o indicador era de 30,9% e, em 2016 foi 16,5%.

A população com mais de 18 anos está praticando mais atividade física no tempo livre. Em 2009, 30,3% da população fazia exercícios por pelo menos 150 minutos por semana, já em 2016 a prevalência foi de 37,6%. Nas faixas etárias pesquisadas, os jovens de 18 a 24 anos são os que mais praticam atividades físicas no tempo livre.

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