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Pará está entre os líderes na informalidade

Por Dol
Publicado em 01 de junho de 2019 às 10:00H

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Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Pará é o segundo estado brasileiro em número de pessoas trabalhando por conta própria.

No primeiro trimestre de 2019, o percentual de trabalhadores nesta condição, no Estado, era de 25,9%. Com um percentual de 46,4% de trabalhadores sem carteira assinada, o Pará é, ainda, o terceiro no ranking da informalidade, ficando atrás apenas do Maranhão (49,5%) e Piauí (47,8%).

A condição de não ter a carteira assinada, sem dúvida, garante menos segurança ao trabalhador, mas Iolanda lembra que não lhe restou outra opção imediata. Mesmo com a formação em técnica de enfermagem e experiência na área de vendas, não está fácil conseguir emprego formal.

Estado teve 3,3 mil jovens aprendizes contratados até abril

Nos quatro primeiros meses de 2019, foram contratados em todo o Pará 3.345 jovens aprendizes. A maioria em janeiro, que registrou 1.557 contratações. Já em fevereiro, foram chamados 421, e em março, 774. E no mês de abril foram 573 contratações. As informações são do Dieese/PA com base em notícias oficiais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Ainda de acordo com os dados analisados pelo Dieese, no comparativo de contratações formais de aprendizes deste 1º quadrimestre de 2019 em relação a igual período do ano passado houve recuo de 0,27% nas contratações na Região Norte e queda de 4,89% no Estado do Pará.

Segundo o Dieese/PA, dos 3.345 jovens aprendizes contratados no Pará este ano, 1.848 são do sexo masculino, equivalente a 55,25% do total, e 1.497 são do sexo feminino, equivalente 44,75%.

Ainda de acordo com o Dieese, a maioria das chamadas ocorreu no setor de Comércio com 1.464 admissões, seguido do Setor Serviços com 806 contratações; Setor da Indústria de Transformação (576); Setor da Construção Civil (339) e do Setor da Agropecuária (139).

Na Região Norte, o Pará respondeu por 40,3% do total de jovens contratados, seguido do Amazonas com 2.136, equivalente a 25,7% das contratações totais.

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