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Pará presta contas sobre medidas adotadas para conter avanço da Covid-19

Por DOL
Publicado em 02 de fevereiro de 2021 às 23:33H

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O governador Helder Barbalho apresentou, nesta terça-feira (2), um relato detalhado das medidas adotadas desde o início do ano para conter o avanço do novo coronavírus nos municípios paraenses.

A apresentação foi feita durante encontro em Brasília entre o Gabinete Integrado de Acompanhamento da Covid-19 (Giac) e o Governo do Pará.

A situação é delicada e pede urgência especialmente diante da proximidade com o estado do Amazonas, que enfrenta explosão de casos e colapso no sistema de saúde.

Oxigênio no oeste do Pará

O assunto foi tratado durante a reunião e, segundo Helder, a situação “está equacionada”, uma vez que o estado adquiriu 500 cilindros, tendo sido entregues os dois primeiros lotes (360 cilindros) e o último com previsão de chegada nesse final de semana para os municípios da região. Foi adquirida ainda uma micro usina para a produção do oxigênio medicinal.

Helder ressaltou ainda que reconhece a gravidade da situação na região e garantiu que não há desabastecimento de materiais e insumos considerados imprescindíveis para o atendimento da população, como leitos clínicos e de UTIs, agulhas, seringas e medicamentos.

Controle Pará x Amazonas

Questionado sobre o assunto, o governador informou que foi montada uma lista de providências que garantem o controle do trânsito de passageiros entre os estados do Amazonas e do Pará. Disse ainda que, além do aumento de leitos clínicos e de UTIs, da transferência de pacientes de municípios menores para os da região de referência, estabeleceu o lockdown em 13 cidades. Todas essas medidas para evitar a proliferação do novo coronavírus.

Aumento de casos

A subprocuradora Lindôra Araújo revelou preocupação em relação ao crescente número de casos, não só no Pará, mas em todo o país, e pediu que os cuidados sejam redobrados, especialmente em relação ao transporte de passageiros e com as aglomerações de pessoas em espaços públicos.

“Não adianta apenas mandar uma recomendação a um gestor, se ele não tiver condições de cumprir. Precisamos equacionar a questão, saber por que não é possível fazer, o que pode ser viabilizado e de que forma. É como temos trabalhado”, resumiu.

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