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Ranking do aedes tem 8 municípios em risco

Por http://www.carajastudodebom.com.br/
Publicado em 04 de fevereiro de 2017 às 21:10H

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aedesEnquanto acomete de febre e outros sintomas característicos milhares de pessoas, o mosquito aedes aegypti segue sendo o principal vilão de transmissão do Zica vírus, Dengue e Chikungunya nos municípios do sul e sudeste do Pará.

 

Dos 21 municípios da região, que fazem parte do 11º Centro Regional de Saúde da Sespa, oito estão no vermelho. Ou seja, em alto risco de infestação do mosquito da dengue. As informações repassadas pela Sespa, em Belém, tem como base a realização no LIRAa (Levantamento Rápido de Índice de Infestação do Aedes Aegypti) aferidas no mês de janeiro deste ano.

 

Esse levantamento é uma metodologia que ajuda a mapear os locais com altos índices de infestação do mosquito aedes aegypti e, consequentemente, alerta sobre os possíveis pontos de epidemia da doença.

 

Segundo a Sespa, os parâmetros do Programa Nacional de Controle da Doença definem que o município que apresenta IIP até 1 de infestação do aedes é considerado satisfatório; de 1 até 3,9 passa a ficar em alerta; e de 3,9 para cima é considerado de risco.

 

Maior índice
E os municípios com maior índice de infestação são Novo Repartimento, com 11,1 de Infestação Positiva, seguido por Bom Jesus do Tocantins, com 9,9; depois, São Domingos do Araguaia com 9,1; aparece Rondon do Pará com 8; Brejo Grande do Araguaia com 7,6; Parauapebas e Tucuruí com 5,4;

 

Grupo de alerta
No grupo dos que estão em alerta é o município de Curionópolis (3,8); Goianésia do Pará (3,7); Canaã dos Carajás (3,3); Jacundá e Nova Ipixuna (2,1); Itupiranga (1,8).

 

Os municípios de Marabá, Breu Branco e São Geraldo do Araguaia não realizaram o LIRAa e estão desinformados da situação de seu próprio município. Já Palestina do Pará, segundo a Sespa, a situação está sendo reavaliada e posteriormente o número será divulgado. São João do Araguaia, que tem menos de 2.000 imóveis urbanos, não é obrigado a realizar o LIRAa.

 

A Assessoria da Sespa informou que os principais problemas que têm causado a alta infestação do mosquito na região têm sido depósito de água ao nível do solo, pequenos depósitos móveis e lixo em residências.

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