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Sespa reafirma que Pará está em estabilidade de casos e mortes por covid-19

Por ORM
Publicado em 15 de dezembro de 2020 às 17:12H

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Movimentação na policlínica do Hangar é considerada mediana. Atendimento foi descentralizado e tem frentes de avaliação específica para covid-19 em vários pontos. (Thiago Gomes / O Liberal)

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) questionou os dados apresentados pelo consórcio de veículos de imprensa que levanta dados sobre a covid-19 no Brasil. Uma medida que foi tomada diante da falta de transparência com a qual os dados sobre a pandemia eram tratados pelo Governo Federal. Na noite desta segunda-feira (14), a união de jornalistas havia apontado que o Pará havia registrado 7.019 mortes, o que colocava a média móvel de casos em 28% e levava o estado a uma situação grave. Mas o correto são 7.013 casos.

Na manhã desta terça-feira (15), os dados apresentados por veículos que utilizam as informações do consórcio foram corrigidos. O Pará voltou à condição “amarela”, que é de estabilidade de casos e mortes. Diego Feitosa, diretor de Vigilância em Saúde da Sespa, explica que a estabilidade de casos é quando a média móvel vai até menos que 15%. Se passar de 15%, é condição de alta de casos. Ainda na manhã desta terça, ele informou que a média móvel era de 14,86%. Quase no limite.

Denilson ressaltou que a Sespa, diariamente, publica boletins epidemiológicos e mantém um site de monitoramento, com tecnologia e sistemas do Governo do Estado. Todos os dados podem ser acompanhados por qualquer pessoa. Porém, o órgão estadual não gera dados. As informações são repassadas pelas prefeituras, que devem inserir os dados corretamente para manter o sistema atualizado e com dados precisos.

“Há uma subnotificação e algumas prefeituras alegam dificuldades por problemas de infraestrutura ou de recursos humanos. Ressaltamos que a Sespa dá suporte nesse sentido e estamos à disposição das prefeituras para sanar essas dificuldades e todas podem contar com as nossas regionais. Fizemos um trabalho de apoio com a prefeitura de Santarém, quer estava necessitando, por exemplo”, disse Denilson, que reconhece as peculiaridades e desafios de algumas cidades de um estado tão grande quanto o Pará.

Alguns dados divulgados por prefeituras não batem com os publicados pela Sespa. Quase sempre são maiores que os divulgados pelo Estado, que são os oficiais na política de prevenção à covid-19. E são os que norteiam as decisões em nível estadual e nos municípios. Na avaliação de Denilson, não há suspeitas de que prefeituras estejam, intencionalmente, não inserindo dados corretos nos sistemas da Sespa. Porém, reforçou que devem relatar se estiver ocorrendo alguma dificuldade.

“Nosso cenário segue sendo, oficialmente, de estabilidade. As decisões, em nível estadual, são sempre para evitar a propagação da doença e aumentar o número de casos. Se a população se cuidar, usar máscara, manter o distanciamento e evitar aglomerações desnecessárias, o número de casos pode sim diminuir”, conclui o diretor de Vigilância em Saúde da Sespa.

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