Carregando...
Ao Vivo
Carregando...
Tucuruí, 20 de January de 2021
Sistema Floresta
SBT Ao Vivo

Vacinação contra o HPV precisa ser intensificada no Pará

Por Dol
Publicado em 05 de setembro de 2018 às 12:31H

Compartilhe:

A cobertura vacinal tem sido baixa. Este ano, até o dia 16 passado, a média de cobertura em meninas de 9 a 14 anos no Pará foi de 7,55% (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A estratégia para fazer com que os adolescentes lembrem de se prevenir contra o HPV é do Ministério da Saúde, em função da baixa cobertura vacinal que abrange o país. No Pará, o percentual de imunizados é bem alarmante: em 2018, até o dia 16 de agosto, a média de cobertura em meninas de 9 a 14 anos foi de 7,55%, com 36.247 doses aplicadas. Entre os meninos de 11 a 14 anos, o quantitativo é menor ainda: 6,81% na cobertura, totalizando 31.651 doses aplicadas. O ideal é que esse percentual ultrapasse os 90% ao ano, tal como ocorre com todas as vacinas oferecidas pelo SUS, com ou sem campanha.

Em 2017, a cobertura média das duas doses de vacina contra o HPV no Pará ficou em apenas 11,89% entre os meninos, com 97.683 doses realizadas. Com as meninas a adesão foi maior: cobertura de 15,60%, abrangendo 131.701 vacinas aplicadas.

PROTEÇÃO

Em nota, o Ministério da Saúde alerta que “a proteção é completa quando aplicada as duas doses da vacina. Assim, quem tomou a primeira dose deve voltar aos postos após seis meses”. O alerta do órgão federal vai vigorar entre 4 e 28 de setembro. Não se trata de campanha de vacinação, com metas e prazos fechados, tal como ocorre com as campanhas contra a pólio.

Segundo informou a Agência Saúde, a vacina contra o HPV previne vários tipos de cânceres. A vacina utilizada no Brasil previne 70% do câncer do colo do útero, 90% do câncer anal, 63% do câncer de pênis, 70% do câncer de vagina, 72% do câncer de orofaringe e 90% das verrugas genitais. Além disso, as vacinas protegem contra o pré-câncer cervical em mulheres de 15 a 26 anos, associadas ao HPV16 /18.

No Pará, as vacinas podem ser encontradas nas unidades básicas de saúde, que são geridas pelas prefeituras, as quais têm livre arbítrio para executar a aplicação inclusive em escolas. A orientação é que os adolescentes compareçam nas UBS de preferência com a carteira de vacinação e acompanhados dos pais ou responsáveis.

(Com informações do Ministério da Saúde).

Ao vivo
Floresta 104,7MHz
Carregando...

Send this to a friend