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Moradores de Brumadinho estão suscetíveis a doenças cardíacas

Por r7
Publicado em 10 de maio de 2019 às 21:50H

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An aerial view shows the area of a collapsed dam in Brumadinho, Brazil, Saturday, Jan. 26, 2019. Rescuers searched for survivors in a huge area in southeastern Brazil buried by mud from the collapse of dam holding back mine waste, with several people dead and hundreds missing. (AP Photo/Andre Penner)

Uma pesquisa da Unesp (Universidade Estadual Paulista) aponta que moradores e visitantes de Brumadinho, na Grande BH, têm mais chances de desenvolver problemas cardíacos devido à existência de metais pesados na lama de rejeitos espalhada com o rompimento da barragem da Vale.

De acordo com o pesquisador Vitor Engrácia, a população está mais sujeita a doenças como infarto, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral.

— Quando esses metais pesados se encontram na corrente sanguínea, pode desenvolver um aumento de radicais livres nos vasos, comprometendo o funcionamento desses, o que leva ao progresso de várias doenças, como hipertensão que poderá provocar um AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Contaminação

Um mês após o rompimento da barragem de rejeitos da Vale, em Brumadinho, a Fundação SOS Mata Atlântica, divulgou o resultado de um monitoramento do Rio Paraopeba, que revelou que o nível de cobre nas águas estava muito acima do considerado ideal. No Paraopeba, a concentração máxima deste metal deveria ser de 0,009 mg/l mas, em alguns pontos o resultado chegou a mais de 4 mg/l.

Em março, a Fundação visitou novamente a área atingida. Dos 12 pontos analisados, nove estavam em condições rum e três, regular. As concentrações de ferro, manganês, cromo e cobre estavam acima dos limites máximos permitidos na legislação.

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