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Juiz determina “estupro culposo”, gera revolta no caso Mari Ferrer e vítima é humilhada no julgamento. Assista!

Por Dol
Publicado em 03 de novembro de 2020 às 19:17H

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O empresário André Camargo Aranha, acusado de estuprar a influenciadora digital Mari Ferrer em uma boate, em 2018, foi absolvido pela Justiça. Segundo o juiz que cuidou do caso, André cometeu um “estupro culposo”, um crime não previsto na lei brasileira.

O caso foi denunciado em 2019 pelo Ministério Público de Santa Catarina, que considerou o caso inicialmente como um estupro de vulnerável, já que Mari estava alcoolizada na festa, sem condições de reagir. Ela alega que era virgem na época do crime.

O promotor responsável pelo caso, entretanto, afirmou que não havia como André saber, durante o ato sexual, que ela não esava em condições de consentir com a relaçao, e portanto, ele “não teria a intenção” de estuprar.

Durante a sessão, que ocorreu online, o advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho, que defendia o acusado de estupro, mostrou fotos de Mariana, postadas por ela nas redes sociais, as quais classificou como “ginecológicas”, questionando a conduta moral da vítima, Mari. Em nenhum momento os momntos do Tribunal de Justiça de Santa Catarina questionam o advogado sobre a relação das fotos postadas em redes sociais com o processo por estupro.

O jornal The Intercept conseguiu imagens da sessão e compartilhou nas redes sociais. Na gravação, é possível ver Mari se sentindo humilhada e chorando após o advogado mostrar as imagens.

A gravação causou grande repercussão na internet, sendo alvo de diversas críticas. O ministro do STF Gilmar Mendes classificou a gravação como “estarrecedora” e afirmou que os envolvidos deveriam ser responsabilizados, inclusive pela omissão.

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