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Nimesulida faz mal para o fígado e está proibida em vários países

Por Dol
Publicado em 11 de setembro de 2018 às 17:04H

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O medicamento Nimesulida é facilmente encontrado em todas as farmácias de todo Brasil e pode ser adquirido tanto em forma de gel, gotas ou comprimidos. Segundo a bula do medicamento, nele é indicado para combater a inflamação, dor e a febre. Também pode ser usado para o tratamento da osteoartrite e da artrite reumatoide.

A bula indica ainda alguns efeitos colaterais que podem desenvolver em determinadas pessoas, entre os sintomas estão; dor de cabeça, sonolência, tontura, urticária, coceira, icterícia, perda de apetite, dor de estômago, enjoo, vômito, diarreia, diminuição do volume urinário, urina escura, diminuição da temperatura do corpo e asma.

É também é feito um alerta aos consumidores do medicamento na possibilidade de causar algumas reações alérgicas e até mesmo hepatite aguda fulminante. Mas como a nimesulida pode afetar o fígado?

Segundo o hepatologista Rogério Alves, da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, todo medicamento anti-inflamatório pode ser hepatotóxico. Ou seja, pessoas que têm sensibilidade à medicação o remédio pode causar hepatite medicamentosa, e revela ainda que não tem como prever se alguém poderá adquirir a doença, ele ressalta que essa reação não é comum mesmo no Brasil, onde este tipo de medicamento está entre os mais prescritos. Como existe a possibilidade do medicamento desencadear uma lista de efeitos colaterais, alguns médicos orientam para os pacientes a não usarem a nimesulida por muito tempo.

“O medicamento pode dar úlcera e prejudicar o rim mesmo em doses independentes. Já para o fígado a reação grave pode ocorrer em quem toma um número maior de doses”.Ressaltou o médico.

E ainda faz um alerta para os pacientes que já possuem doença no fígado, a nimesulida pode ocasionar sangramento, aumentando surgimento de uma lesão aguda, principalmente em um paciente que tenha uma doença crônica por esse motivo está sendo proibida a sua comercialização em outros países como Estados Unidos, Espanha, Finlândia e Austrália, a medida foi tomada como forma de prevenção de doenças hepaticas no futuro até a realização dee um estudo mais aprofundado do medicamento.

(Com informações do R7)

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