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O que fazer e o que evitar quando se está gripado

Por El Pais
Publicado em 17 de janeiro de 2017 às 11:19H

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As recomendações para superar, da melhor maneira possível, os incômodos causados pela doença viral

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Embora os primeiros sintomas da gripepossam ser confundidos com os de um resfriado comum, segundo especialistas – e pacientes – a fase aguda do episódio viral não deixa lugar a dúvidas: quem está gripado sabe. Febre alta, dor muscular, cansaço, dor de cabeça, tosse seca… tudo isso durante cinco ou sete dias.

Ao chegar a esse ponto, quando o diagnóstico já é mais do que claro, o que se mostra realmente difícil é superar a doença da melhor maneira, e sem contagiar a todos que se aproximam. O que fazer, o que tomar e o que evitar. O chefe de Epidemiologia do hospital Clínic de Barcelona, Toni Trilla, dá dicas para para vencer a gripe com a menor dose de desconforto possível.

Ventilar a casa, o quarto do doente ou onde ele passe mais tempo. Isso é fundamental para cumprir, corretamente, com as medidas de higiene recomendadas pelas autoridades sanitárias. “Se o ar estiver muito concentrado e não circular, aumentam os riscos de contágio. O vento dispersa e leva embora as partículas com o vírus”, explica Trilla.

Tapar a boca e o nariz ao tossir ou espirrar. E, se possível, com algo que não seja a própria mão. O vírus da gripe se transmite por via aérea, através de pequenas gotas expelidas pelo doente. Por isso, essa medida é tão importante para evitar o contágio de mais pessoas. Os especialistas ressaltam que a melhor opção é cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel e jogá-lo no lixo em seguida. Caso não seja possível, é preferível que se use a manga da blusa, na altura do braço, do que a mão. “Se as mãos forem utilizadas é preciso lavá-las imediatamente com água e sabão”, afirma o epidemiologista.

Beber bastante líquido. É imprescindível se manter bem hidratado, principalmente porque os pacientes com gripe costumam ter febre e se desidratam com mais facilidade. Os especialistas recomendam tomar, especificamente, muita água, mas também faz bem consumir sopas, sucos, etc. “Não se deve esperar até sentir sede, é preciso forçar a hidratação e ingerir líquidos com frequência”, diz Trilla, que aconselha, ainda, que se tenha um cuidado especial em este quesito com bebês e idosos.

Tomar medicamentos para combater os sintomas da gripe. Apenas se a pessoa não tiver nenhuma contraindicação. Os únicos remédios que servem para minimizar os sintomas – porque não curam a doença de repente – são os antitérmicos, que detém o aumento da temperatura corporal em caso de febre, como o paracetamol, e os anti-inflamatórios que, combinados com analgésicos, também funcionam bem contra as dores nas articulações que costumam incomodar durante todo o episódio viral. Para combater a tosse, Trilla garante que “vale de tudo”, desde remédios naturais como leite com mel até medicamentos antitussígenos.

Descansar. “Ficar de cama”, segundo o epidemiologista, não é só o que os doentes têm vontade de fazer, mas também o que é mais recomendável. No entanto, Trilla adverte que é preciso estar “confortável”: não passar frio nem se “esconder” debaixo de muitos cobertores. “Se estiver muito abafado, isso gera mais calor, o que favorece uma desidratação mais rápida”, afirma.

O QUE NÃO FAZER

Ter contato físico com outras pessoas. Nas fases mais agudas da gripe, os especialistas recomendam evitar a proximidade com pessoas não infectadas. Na verdade, é considerado necessário manter uma distância prudente de entre 1,5 m ou 2 m – para que as partículas expelidas pelo doente não cheguem aos demais. “Se alguém que está gripado dorme do seu lado, é melhor que você se afaste ou mude de cama para diminuir o risco de contágio”, diz Trilla. Além disso, também não se deve compartilhar talheres ou copos sem lavá-los antes.

Trabalhar. Não se deve ir ao trabalho, ao colégio, à creche, e sequer sair na rua. “Até que a febre não desapareça, e com menos de dois dias de descanso, é melhor não ir a nenhum lugar porque o vírus ainda pode ser expelido e contaminar mais pessoas”, diz Trilla.

Consumir tabaco e álcool. Apesar de que, no imaginário popular, um gole de conhaque serviria para diminuir a sensação de mal-estar, os médicos desaconselham o consumo de bebidas alcoólicas. “O álcool pode ajudar a diminuir a sensibilidade em relação ao frio e ao calor, mas não ajuda a controlar a temperatura corporal”, explica Trilla. O tabaco, que já é prejudicial para uma pessoa saudável, causa ainda mais problemas para quem está gripado. “Os fumantes que consomem grandes quantidades perdem a capacidade de usar mecanismos de defesa dos pulmões que ajudam a expulsar as partículas com vírus do corpo. Por isso, é mais fácil que o agente causador da doença afete os pulmões”, alerta o epidemiologista.

Tomar antibióticos. Os especialistas são muito claros com relação a este tema: “os antibióticos são inúteis contra o vírus da gripe”. A gripe é uma infecção viral e esses medicamentos só funcionam para combater doenças bacterianas. Trilla explica que quando um médico receita antibióticos para um paciente com gripe é para tratar “possíveis complicações” que tenham sido detectadas. “Se o médico percebe que um paciente está há mais de 10 dias com febre ou que a infecção viral pode ter se complicado com o aparecimento de uma bacteriana, como uma bronquite, por exemplo, pode receitar antibióticos. No entanto, é preciso levar em conta que esses problema devem ser tratados apenas quando surjam, e não por precaução”, ressalta o epidemiologista.

Usar lenços de tecido. Por uma questão de higiene, os médicos recomendam recorrer aos lenços de papel, de uso único, durante episódios virais. O muco expelido impregna o tecido, o que o transforma em um foco, ainda maior, de contágio. A melhor opção é usar lenços descartáveis.

Ventilar a casa, o quarto do doente ou onde ele passe mais tempo. Isso é fundamental para cumprir, corretamente, com as medidas de higiene recomendadas pelas autoridades sanitárias. “Se o ar estiver muito concentrado e não circular, aumentam os riscos de contágio. O vento dispersa e leva embora as partículas com o vírus”, explica Trilla.

Tapar a boca e o nariz ao tossir ou espirrar. E, se possível, com algo que não seja a própria mão. O vírus da gripe se transmite por via aérea, através de pequenas gotas expelidas pelo doente. Por isso, essa medida é tão importante para evitar o contágio de mais pessoas. Os especialistas ressaltam que a melhor opção é cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel e jogá-lo no lixo em seguida. Caso não seja possível, é preferível que se use a manga da blusa, na altura do braço, do que a mão. “Se as mãos forem utilizadas é preciso lavá-las imediatamente com água e sabão”, afirma o epidemiologista.

Beber bastante líquido. É imprescindível se manter bem hidratado, principalmente porque os pacientes com gripe costumam ter febre e se desidratam com mais facilidade. Os especialistas recomendam tomar, especificamente, muita água, mas também faz bem consumir sopas, sucos, etc. “Não se deve esperar até sentir sede, é preciso forçar a hidratação e ingerir líquidos com frequência”, diz Trilla, que aconselha, ainda, que se tenha um cuidado especial em este quesito com bebês e idosos.

Tomar medicamentos para combater os sintomas da gripe. Apenas se a pessoa não tiver nenhuma contraindicação. Os únicos remédios que servem para minimizar os sintomas – porque não curam a doença de repente – são os antitérmicos, que detém o aumento da temperatura corporal em caso de febre, como o paracetamol, e os anti-inflamatórios que, combinados com analgésicos, também funcionam bem contra as dores nas articulações que costumam incomodar durante todo o episódio viral. Para combater a tosse, Trilla garante que “vale de tudo”, desde remédios naturais como leite com mel até medicamentos antitussígenos.

Descansar. “Ficar de cama”, segundo o epidemiologista, não é só o que os doentes têm vontade de fazer, mas também o que é mais recomendável. No entanto, Trilla adverte que é preciso estar “confortável”: não passar frio nem se “esconder” debaixo de muitos cobertores. “Se estiver muito abafado, isso gera mais calor, o que favorece uma desidratação mais rápida”, afirma.

O QUE NÃO FAZER

Ter contato físico com outras pessoas. Nas fases mais agudas da gripe, os especialistas recomendam evitar a proximidade com pessoas não infectadas. Na verdade, é considerado necessário manter uma distância prudente de entre 1,5 m ou 2 m – para que as partículas expelidas pelo doente não cheguem aos demais. “Se alguém que está gripado dorme do seu lado, é melhor que você se afaste ou mude de cama para diminuir o risco de contágio”, diz Trilla. Além disso, também não se deve compartilhar talheres ou copos sem lavá-los antes.

Trabalhar. Não se deve ir ao trabalho, ao colégio, à creche, e sequer sair na rua. “Até que a febre não desapareça, e com menos de dois dias de descanso, é melhor não ir a nenhum lugar porque o vírus ainda pode ser expelido e contaminar mais pessoas”, diz Trilla.

Consumir tabaco e álcool. Apesar de que, no imaginário popular, um gole de conhaque serviria para diminuir a sensação de mal-estar, os médicos desaconselham o consumo de bebidas alcoólicas. “O álcool pode ajudar a diminuir a sensibilidade em relação ao frio e ao calor, mas não ajuda a controlar a temperatura corporal”, explica Trilla. O tabaco, que já é prejudicial para uma pessoa saudável, causa ainda mais problemas para quem está gripado. “Os fumantes que consomem grandes quantidades perdem a capacidade de usar mecanismos de defesa dos pulmões que ajudam a expulsar as partículas com vírus do corpo. Por isso, é mais fácil que o agente causador da doença afete os pulmões”, alerta o epidemiologista.

Tomar antibióticos. Os especialistas são muito claros com relação a este tema: “os antibióticos são inúteis contra o vírus da gripe”. A gripe é uma infecção viral e esses medicamentos só funcionam para combater doenças bacterianas. Trilla explica que quando um médico receita antibióticos para um paciente com gripe é para tratar “possíveis complicações” que tenham sido detectadas. “Se o médico percebe que um paciente está há mais de 10 dias com febre ou que a infecção viral pode ter se complicado com o aparecimento de uma bacteriana, como uma bronquite, por exemplo, pode receitar antibióticos. No entanto, é preciso levar em conta que esses problema devem ser tratados apenas quando surjam, e não por precaução”, ressalta o epidemiologista.

Usar lenços de tecido. Por uma questão de higiene, os médicos recomendam recorrer aos lenços de papel, de uso único, durante episódios virais. O muco expelido impregna o tecido, o que o transforma em um foco, ainda maior, de contágio. A melhor opção é usar lenços descartáveis.

Ventilar a casa, o quarto do doente ou onde ele passe mais tempo. Isso é fundamental para cumprir, corretamente, com as medidas de higiene recomendadas pelas autoridades sanitárias. “Se o ar estiver muito concentrado e não circular, aumentam os riscos de contágio. O vento dispersa e leva embora as partículas com o vírus”, explica Trilla.

Tapar a boca e o nariz ao tossir ou espirrar. E, se possível, com algo que não seja a própria mão. O vírus da gripe se transmite por via aérea, através de pequenas gotas expelidas pelo doente. Por isso, essa medida é tão importante para evitar o contágio de mais pessoas. Os especialistas ressaltam que a melhor opção é cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel e jogá-lo no lixo em seguida. Caso não seja possível, é preferível que se use a manga da blusa, na altura do braço, do que a mão. “Se as mãos forem utilizadas é preciso lavá-las imediatamente com água e sabão”, afirma o epidemiologista.

Beber bastante líquido. É imprescindível se manter bem hidratado, principalmente porque os pacientes com gripe costumam ter febre e se desidratam com mais facilidade. Os especialistas recomendam tomar, especificamente, muita água, mas também faz bem consumir sopas, sucos, etc. “Não se deve esperar até sentir sede, é preciso forçar a hidratação e ingerir líquidos com frequência”, diz Trilla, que aconselha, ainda, que se tenha um cuidado especial em este quesito com bebês e idosos.

Tomar medicamentos para combater os sintomas da gripe. Apenas se a pessoa não tiver nenhuma contraindicação. Os únicos remédios que servem para minimizar os sintomas – porque não curam a doença de repente – são os antitérmicos, que detém o aumento da temperatura corporal em caso de febre, como o paracetamol, e os anti-inflamatórios que, combinados com analgésicos, também funcionam bem contra as dores nas articulações que costumam incomodar durante todo o episódio viral. Para combater a tosse, Trilla garante que “vale de tudo”, desde remédios naturais como leite com mel até medicamentos antitussígenos.

Descansar. “Ficar de cama”, segundo o epidemiologista, não é só o que os doentes têm vontade de fazer, mas também o que é mais recomendável. No entanto, Trilla adverte que é preciso estar “confortável”: não passar frio nem se “esconder” debaixo de muitos cobertores. “Se estiver muito abafado, isso gera mais calor, o que favorece uma desidratação mais rápida”, afirma.

O QUE NÃO FAZER

Ter contato físico com outras pessoas. Nas fases mais agudas da gripe, os especialistas recomendam evitar a proximidade com pessoas não infectadas. Na verdade, é considerado necessário manter uma distância prudente de entre 1,5 m ou 2 m – para que as partículas expelidas pelo doente não cheguem aos demais. “Se alguém que está gripado dorme do seu lado, é melhor que você se afaste ou mude de cama para diminuir o risco de contágio”, diz Trilla. Além disso, também não se deve compartilhar talheres ou copos sem lavá-los antes.

Trabalhar. Não se deve ir ao trabalho, ao colégio, à creche, e sequer sair na rua. “Até que a febre não desapareça, e com menos de dois dias de descanso, é melhor não ir a nenhum lugar porque o vírus ainda pode ser expelido e contaminar mais pessoas”, diz Trilla.

Consumir tabaco e álcool. Apesar de que, no imaginário popular, um gole de conhaque serviria para diminuir a sensação de mal-estar, os médicos desaconselham o consumo de bebidas alcoólicas. “O álcool pode ajudar a diminuir a sensibilidade em relação ao frio e ao calor, mas não ajuda a controlar a temperatura corporal”, explica Trilla. O tabaco, que já é prejudicial para uma pessoa saudável, causa ainda mais problemas para quem está gripado. “Os fumantes que consomem grandes quantidades perdem a capacidade de usar mecanismos de defesa dos pulmões que ajudam a expulsar as partículas com vírus do corpo. Por isso, é mais fácil que o agente causador da doença afete os pulmões”, alerta o epidemiologista.

Tomar antibióticos. Os especialistas são muito claros com relação a este tema: “os antibióticos são inúteis contra o vírus da gripe”. A gripe é uma infecção viral e esses medicamentos só funcionam para combater doenças bacterianas. Trilla explica que quando um médico receita antibióticos para um paciente com gripe é para tratar “possíveis complicações” que tenham sido detectadas. “Se o médico percebe que um paciente está há mais de 10 dias com febre ou que a infecção viral pode ter se complicado com o aparecimento de uma bacteriana, como uma bronquite, por exemplo, pode receitar antibióticos. No entanto, é preciso levar em conta que esses problema devem ser tratados apenas quando surjam, e não por precaução”, ressalta o epidemiologista.

Usar lenços de tecido. Por uma questão de higiene, os médicos recomendam recorrer aos lenços de papel, de uso único, durante episódios virais. O muco expelido impregna o tecido, o que o transforma em um foco, ainda maior, de contágio. A melhor opção é usar lenços descartáveis.

Ventilar a casa, o quarto do doente ou onde ele passe mais tempo. Isso é fundamental para cumprir, corretamente, com as medidas de higiene recomendadas pelas autoridades sanitárias. “Se o ar estiver muito concentrado e não circular, aumentam os riscos de contágio. O vento dispersa e leva embora as partículas com o vírus”, explica Trilla.

Tapar a boca e o nariz ao tossir ou espirrar. E, se possível, com algo que não seja a própria mão. O vírus da gripe se transmite por via aérea, através de pequenas gotas expelidas pelo doente. Por isso, essa medida é tão importante para evitar o contágio de mais pessoas. Os especialistas ressaltam que a melhor opção é cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel e jogá-lo no lixo em seguida. Caso não seja possível, é preferível que se use a manga da blusa, na altura do braço, do que a mão. “Se as mãos forem utilizadas é preciso lavá-las imediatamente com água e sabão”, afirma o epidemiologista.

Beber bastante líquido. É imprescindível se manter bem hidratado, principalmente porque os pacientes com gripe costumam ter febre e se desidratam com mais facilidade. Os especialistas recomendam tomar, especificamente, muita água, mas também faz bem consumir sopas, sucos, etc. “Não se deve esperar até sentir sede, é preciso forçar a hidratação e ingerir líquidos com frequência”, diz Trilla, que aconselha, ainda, que se tenha um cuidado especial em este quesito com bebês e idosos.

Tomar medicamentos para combater os sintomas da gripe. Apenas se a pessoa não tiver nenhuma contraindicação. Os únicos remédios que servem para minimizar os sintomas – porque não curam a doença de repente – são os antitérmicos, que detém o aumento da temperatura corporal em caso de febre, como o paracetamol, e os anti-inflamatórios que, combinados com analgésicos, também funcionam bem contra as dores nas articulações que costumam incomodar durante todo o episódio viral. Para combater a tosse, Trilla garante que “vale de tudo”, desde remédios naturais como leite com mel até medicamentos antitussígenos.

Descansar. “Ficar de cama”, segundo o epidemiologista, não é só o que os doentes têm vontade de fazer, mas também o que é mais recomendável. No entanto, Trilla adverte que é preciso estar “confortável”: não passar frio nem se “esconder” debaixo de muitos cobertores. “Se estiver muito abafado, isso gera mais calor, o que favorece uma desidratação mais rápida”, afirma.

O QUE NÃO FAZER

Ter contato físico com outras pessoas. Nas fases mais agudas da gripe, os especialistas recomendam evitar a proximidade com pessoas não infectadas. Na verdade, é considerado necessário manter uma distância prudente de entre 1,5 m ou 2 m – para que as partículas expelidas pelo doente não cheguem aos demais. “Se alguém que está gripado dorme do seu lado, é melhor que você se afaste ou mude de cama para diminuir o risco de contágio”, diz Trilla. Além disso, também não se deve compartilhar talheres ou copos sem lavá-los antes.

Trabalhar. Não se deve ir ao trabalho, ao colégio, à creche, e sequer sair na rua. “Até que a febre não desapareça, e com menos de dois dias de descanso, é melhor não ir a nenhum lugar porque o vírus ainda pode ser expelido e contaminar mais pessoas”, diz Trilla.

Consumir tabaco e álcool. Apesar de que, no imaginário popular, um gole de conhaque serviria para diminuir a sensação de mal-estar, os médicos desaconselham o consumo de bebidas alcoólicas. “O álcool pode ajudar a diminuir a sensibilidade em relação ao frio e ao calor, mas não ajuda a controlar a temperatura corporal”, explica Trilla. O tabaco, que já é prejudicial para uma pessoa saudável, causa ainda mais problemas para quem está gripado. “Os fumantes que consomem grandes quantidades perdem a capacidade de usar mecanismos de defesa dos pulmões que ajudam a expulsar as partículas com vírus do corpo. Por isso, é mais fácil que o agente causador da doença afete os pulmões”, alerta o epidemiologista.

Tomar antibióticos. Os especialistas são muito claros com relação a este tema: “os antibióticos são inúteis contra o vírus da gripe”. A gripe é uma infecção viral e esses medicamentos só funcionam para combater doenças bacterianas. Trilla explica que quando um médico receita antibióticos para um paciente com gripe é para tratar “possíveis complicações” que tenham sido detectadas. “Se o médico percebe que um paciente está há mais de 10 dias com febre ou que a infecção viral pode ter se complicado com o aparecimento de uma bacteriana, como uma bronquite, por exemplo, pode receitar antibióticos. No entanto, é preciso levar em conta que esses problema devem ser tratados apenas quando surjam, e não por precaução”, ressalta o epidemiologista.

Usar lenços de tecido. Por uma questão de higiene, os médicos recomendam recorrer aos lenços de papel, de uso único, durante episódios virais. O muco expelido impregna o tecido, o que o transforma em um foco, ainda maior, de contágio. A melhor opção é usar lenços descartáveis.

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