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Pará soma 51 acidentes acidentes nas rodovias do Estado, em julho

Por ORM
Publicado em 29 de julho de 2020 às 04:37H

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Na noite do último domingo (26), um acidente tirou a vida da cantora paraense Cleide Moraes, que tinha 59 anos e ia completar 40 de carreira. O acidente, que aconteceu na PA-391, na estrada do Mosqueiro,em Belém, foi resultado, segundo informações iniciais, de um motorista bêbado ao volante. Dados do Departamento de Trânsito (Detran) do Pará trazem que somente neste mês de julho já ocorreram 51 acidentes em rodovias de jurisdição do órgão.

Das 51 ocorrências, sete foram em rodovias estaduais (PAs), das quais três resultaram em mortes, como é o caso da cantora. Além disso, ocorreram 44 acidentes na rodovia BR-316, do quilômetro 0 ao 17, que envolve os municípios de Belém, Ananindeua e Marituba, trecho que é da responsabilidade do Estado, por meio do Detran. No entanto, na BR-316, nenhum acidente resultou em morte. 

Dos sete acidentes já ocorridos nas rodovias estaduais, dois deles foram em Salinópolis, nordeste do Pará, sem morte. Três na estrada de Mosqueiro, na Grande Belém, dos quais um resultou em morte, a cantora Cleide Moraes. Outro aconteceu na estrada de Marapanim, nordeste do Pará e  teve uma morte. Mais um aconteceu na estrada de Tucumã, sudeste paraense, e teve uma morte em decorrência do acidente. 

Segundo o diretor técnico-operacional do Detran-PA, Bento Gouveia, os acidentes ocorridos são resultantes de três principais fatores: o consumo de álcool, o excesso de velocidade e a ultrapassagem em local proibido.

“Os fatos têm envolvido mais o álcool e a velocidade. Geralmente, quando resulta em vítima fatal há inclusive os dois fatores juntos. Tá aparecendo muito agora a ultrapassagem em local proibido e, por isso, temos fiscalizado bastante e já é o quinto lugar em maior número de autuação, pois também mata, já que na ultrapassagem a pessoa não vê o outro veículo que vem no outro sentido. No caso de moto, ainda é a falta do uso do capacete”, disse. 

Ainda este mês, ele destaca que já foram aplicadas 1,4 mil multas no Pará. O aumento é de 30% em relação à julho de 2019, quando foram aplicadas oito mil penalidades. Elas envolvem excesso de velocidade, não uso de capacete, não uso de farol, falta de documento do veículo, falta de habilitação do condutor e ultrapassagem. 

“Podemos afirmar que não há aumento substancial nem redução nos casos. O que temos de redução foi sobre a alcoolemia, que ficou em torno de 40%. Mas de acidentes a curva está ficando similar ao ano passado”, afirma Gouveia. 

Em geral, todas essas irregularidades no trânsito são consideradas gravíssimas e estão previstas no Código de Trânsito Brasileiro. Elas geram penalidades, que, dependendo de cada situação, envolve a aplicação de multas, perda de pontos na carteira de habilitação, apreensão da habilitação, suspensão do direito de dirigir, prisão de seis meses e três anos e outros. 

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