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Fake News: Segunda fase operação “último sorriso” resulta em 5 prisões e 7 mandados de busca e apreensão

Por Floresta News
Publicado em 29 de maio de 2018 às 14:41H

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Foi deflagrada na madrugada desta terça-feira, 29 de maio, a segunda fase da operação “Último Sorriso”, que visa combater crimes cibernéticos em Tucuruí, no sudeste do Pará. As investigações foram iniciadas há cerca de seis meses, após denúncias registradas na delegacia de Polícia Civil do município paraense.

Na segunda fase foram expedidos 13 mandados de prisão e busca e apreensão. Os mandados foram cumpridos em Tucuruí e na região metropolitana de Belém. Segundo a polícia civil, os alvos das investigações eram pessoas responsáveis por produzir e e divulgar os “Fake News”, perfis falsos na internet.
Ainda segundo a polícia, os objetivos do grupo eram os mais diversos, principalmente denegrir a imagem de pessoas e até de instituições, como o Ministério Público Estadual e o Poder Judiciário.
Grande parte das conversas entre os acusados ficaram registradas em telefones e computadores e foi exatamente isso que facilitou o trabalho da polícia na identificação dos envolvidos.

”Nós descobrimos uma associação criminosa complexa que envolvia pessoas cuja função era coletar imagens e textos que possivelmente seriam aptos a produção das Fake News. Essas pessoas, que nós denominamos ‘coletores’, encaminhavam essas informações para um outro grupo, que chamamos de ‘produtores’. Esses produtores elaboravam ou ajustavam os textos, inseriam imagens, todos sempre com notícias falsas, notícias manipuladas com fins criminosos e depois quando a Fake News estava pronta (com imagem e texto) era pulverizada através de grupos e redes sociais”, disse o delegado de polícia Rommel Souza.

A segunda fase da operação “Último Sorriso” não põe fim na investigação. O delegado ressaltou que ainda existe muito a ser investigado e que novas prisões e apreensões não estão descartadas. Ainda de acordo com o que disse o delegado Rommel Souza, o próximo passo é chegar aos demais envolvidos, gerenciadores e financiadores das “Fake News.
Os presos na segunda fase da operação “Último Sorriso” não quiseram falar sobre o crime que são acusados.
Veja no gráfico como funcionava a associação criminosa para a criação e divulgação das notícias falsas, segundo a Polícia Civil.

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